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Exportação de carne bovina bate recorde no 1° trimestre
Publicado 09/04/2026 • 13:42 | Atualizado há 5 dias
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Publicado 09/04/2026 • 13:42 | Atualizado há 5 dias
KEY POINTS
Luis Robayo / AFP
Carne bovina: com salvaguarda da China, Brasil pode deixar de exportar até 500 mil t
As exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 270,8 mil toneladas em março, volume 9,1% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) reunidos pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
A carne bovina in natura continuou sendo o principal item exportado, com 233,9 mil toneladas embarcadas no período, o que corresponde a 86,4% do volume total e 91,8% da receita gerada no mês.
A receita em moeda estrangeira somou US$ 1,482 bilhão em março, representando um aumento de 26% na comparação anual. Já o preço médio por tonelada exportada foi de US$ 5.475, 15,5% acima do valor observado em março do ano passado.
Leia também: Carne bovina: governo atua com setor privado para mitigar salvaguarda da China
Entre os destinos, a China seguiu como principal compradora da carne bovina brasileira, com importações de 105,4 mil toneladas em março, alta de 8,4% em relação a março de 2025, e receita de US$ 603,1 milhões, crescimento de 30,1%. O destino segue como o principal mesmo após as medidas de salvaguarda impostas pela China sobre as importações de carne bovina, que prometiam alterar o acesso ao mercado chinês e exigir ajustes na cadeia produtiva e exportadora brasileira. Com início em 1º de janeiro e validade de três anos, a medida estabelece uma cota anual inicial de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil. Os volumes exportados que excederem esse limite estarão sujeitos a uma sobretaxa de 55%.
Leia também: Salvaguarda de 55% da China para a carne brasileira ‘não é tão preocupante’, diz Fávaro
Na sequência do ranking, aparecem os Estados Unidos, com 38,1 mil toneladas embarcadas, queda de 9,5%, e faturamento de US$ 238,5 milhões, aumento de 5,7%. O Chile importou 15,3 mil toneladas, avanço de 37,7%, gerando US$ 88,6 milhões, alta de 51,1%. Já a União Europeia adquiriu 9,1 mil toneladas, 25,1% a mais, com receita de US$ 77,9 milhões, crescimento de 40,4%. O México, por sua vez, comprou 8,0 mil toneladas, aumento de 39,0%, com faturamento de US$ 46,6 milhões, alta de 56,5%.
Entre janeiro e março, a receita somou US$ 4,33 bilhões, registrando crescimento de 34,3% em relação ao mesmo período de 2025. No mesmo intervalo, o preço médio avançou 13,5%, atingindo US$ 5.398 por tonelada.
Leia mais: Exportações brasileiras aos EUA caem 9,1% em março; para a China, crescem 17,8%
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