Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Fed mantém taxas de juros estáveis, mas tarifas são um ‘obstáculo significativo ao crescimento econômico’, diz analista
Publicado 07/05/2025 • 21:04 | Atualizado há 1 ano
Boeing alerta para falha de software que afeta funções de pouso do 737 Max
Casa Branca bloqueia US$ 810 milhões em verbas por meio de manobra orçamentária
O TikTok chega ao primeiro acordo estadual sobre alegações de segurança envolvendo adolescentes e concorda com limites de uso
Apple enfrenta processo de US$ 5,7 bilhões por violação de patentes relacionadas à tecnologia do iPhone e do Apple Watch
O que a Paramount prometeu a Hollywood para obter os direitos de exibição da WBD
Publicado 07/05/2025 • 21:04 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
O presidente do Fed, Jerome Powell, participa da coletiva de imprensa do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) em 27 de julho de 2022.
Federal Reserve (Reprodução Flickr)
O Federal Reserve (Fed – Banco Central dos Estados Unidos) manteve os custos de empréstimo estáveis nesta quarta-feira (7), optando por não reduzir sua taxa de juros de referência — conhecida como taxa dos fundos federais — para cartões de crédito, empréstimos e financiamento de automóveis.
Como era amplamente esperado, o Fed está mantendo a taxa dos fundos federais entre 4,25% e 4,5%. Isso influencia as taxas de juros que os credores cobram na maioria dos tipos de crédito, o que significa que as taxas de cartão de crédito continuarão altas e os novos empréstimos não ficarão mais baratos.
A taxa se manteve acima de 4% por mais de dois anos, já que o Fed tem como objetivo reduzir a inflação mantendo os custos de empréstimo elevados. Sua meta é uma taxa anualizada de 2%, mas a taxa atual permanece em 2,4% desde abril, de acordo com os dados do índice de preços ao consumidor.
A perspectiva da inflação permanece incerta. Sinais de uma economia em desaceleração e um consumo mais fraco sugerem que cortes nas taxas podem ser necessários em 2025 para apoiar uma recuperação.
No entanto, novas tarifas impostas pelo governo Trump são amplamente vistas por economistas como inflacionárias. Se os preços continuarem a subir, o Fed pode precisar manter as taxas de juros mais altas por mais tempo.
O presidente Donald Trump exigiu que o presidente do Fed, Jerome Powell, cortasse as taxas para estimular o crescimento, mas o Fed adotou uma abordagem cautelosa, adiando cortes até agora em 2025.
Em uma coletiva de imprensa anunciando a pausa nas taxas, Powell afirmou que tarifas sustentadas provavelmente elevarão a inflação, desacelerarão o crescimento econômico e aumentarão o desemprego.
Leia mais:
Criptomoedas: bitcoin sobe após decisão sem surpresa do Fed
No entanto, ele afirmou ser difícil avaliar o impacto exato dessas tarifas sobre a inflação: “Há muita incerteza sobre a escala, o escopo, o momento e a persistência das tarifas”. Por enquanto, “vamos ser pacientes”, disse ele sobre a postura política do Fed.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCQuando questionado se o Fed cortará as taxas em 2025, Powell disse que isso dependerá dos desdobramentos dos dados econômicos.
Desde o anúncio de quarta-feira (7), há uma chance de 72% de um corte na taxa de juros até o final de julho de 2025, de acordo com o CME FedWatch Tool, um rastreador em tempo real que mede as probabilidades de ajuste nas taxas.
Essas expectativas “refletem o risco de que a economia desacelere acentuadamente e que o Fed consiga ignorar um aumento na inflação como um impacto único”, diz Greg McBride, analista financeiro-chefe do Bankrate, à CNBC Make It. “Os mercados também tendem a superestimar o quanto o Fed vai cortar as taxas de juros, então só o tempo dirá.”
De qualquer forma, as tarifas são um “obstáculo significativo ao crescimento econômico”, afirma McBride.
As tarifas podem aumentar os preços em até 3% e custar à família média US$ 4.900 (aproximadamente R$ 28.175, na cotação atual) no próximo ano, de acordo com estimativas do Yale Budget Lab publicadas em abril. A análise é baseada em políticas tarifárias que incluem a taxa base de 10% agora em vigor para a maioria dos países. No entanto, não inclui tarifas adicionais que foram adiadas até 8 de julho.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Maiores Audiências
1
Snoopy no Starbucks: quanto vai custar a coleção de Halloween no Brasil?
2
Após morte, cantor Rick deixa suposta herança milionária; veja valor
3
Preços do petróleo caem após notícia de que Arábia Saudita pretende reativar oleoduto estratégico nesta semana
4
Banco Master acumulou bilhões em pré-precatórios ligados a processos nas altas cortes da justiça
5
Daniel Vorcaro reservou mansão de luxo para ministro Nunes Marques no Carnaval de 2025