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FGV: INCC-M sobe a 0,36% em março, após alta de 0,34% em fevereiro
Publicado 26/03/2026 • 13:24 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 26/03/2026 • 13:24 | Atualizado há 7 meses
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O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) acelerou o ritmo de alta a 0,36% em março, após avanço de 0,34% em fevereiro, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com esse resultado, o índice acumula valorização de 5,81% nos últimos 12 meses.
O índice foi puxado por Mão de Obra, que subiu a 0,47% em março, em comparação com a alta de 0,39% em fevereiro. Já a inflação de materiais, equipamentos e serviços diminuiu de 0,30% em fevereiro para 0,27% em março.
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Considerando apenas Materiais e Equipamentos, a alta de preços arrefeceu na leitura deste mês (0,30% para 0,28%). A FGV destacou que, dentro desse grupo, dois dos quatro subgrupos passaram a registrar recuo nas taxas, com destaque para “materiais para instalação”, que desacelerou de 0,87% em fevereiro para 0,66% em março. Já o preço dos Serviços também perdeu força, de 0,36% no mês anterior para 0,24% agora, refletindo principalmente a desaceleração do item “conta de água e esgoto”, cuja variação passou de 2,04% para 0,63%.
Entre as capitais pesquisadas, o INCC-M mostrou aceleração em quatro das sete cidades que compõem o índice em março – Salvador Brasília, Porto Alegre e São Paulo. Na outra ponta, houve desaceleração em Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro, segundo a FGV.
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As maiores influências para o fortalecimento da inflação medida pelo INCC em março foram itens ligados a insumos elétricos e mão de obra especializada. A FGV apontou como destaques condutores elétricos (de 2,46% para 2,64%), além de reajustes em pedreiro (de 0,28% para 0,42%), bombeiro (de 0,72% para 0,79%), eletricista (de 0,46% para 0,67%) e blocos de concreto (de 0,05% para 0,50%).
As maiores influências para a desaceleração da inflação vieram de materiais, com destaque para placas cerâmicas para revestimento (de -0,08% para -0,80%). Também contribuíram negativamente eletrodutos de PVC (de -0,03% para -0,27%), tubos de concreto (de 0,00% para -0,23%), tubos e conexões de PVC (de 0,09% para -0,05%) e formas de madeira (de -0,03% para -0,21%.
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