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Galípolo recebe Vorcaro no Banco Central para tratar de venda do Master ao BRB
Publicado 19/07/2025 • 21:21 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 19/07/2025 • 21:21 | Atualizado há 10 meses
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Divulgação
Banco Master
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, recebeu o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o CEO, Augusto Ferreira Lima, para tratar do processo de venda desta instituição financeira privada ao Banco de Brasília (BRB).
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A reunião ocorreu na manhã deste sábado (19), sendo registrada na agenda oficial de Galípolo. Também participaram Ailton de Aquino Santos, diretor de fiscalização do Banco Central, e Gilneu Francisco Astolfi, diretor de regulação da instituição.
O acordo de compra de uma fatia do Master pelo BRB foi aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 17 de junho, mas continua sob análise do Banco Central.
O BRB, banco ligado ao governo do Distrito Federal, anunciou uma oferta de compra de uma fatia relevante do Banco Master, em 28 de março.
O negócio, repleto de polêmicas, foi avaliado em cerca de R$ 2 bilhões. A operação é questionada e levantou suspeitas de interferência política.
O banco comprado é de médio porte e teve um crescimento exponencial nos últimos anos, mas, em geral, é visto com ressalvas no mercado financeiro.
Uma parte significativa do patrimônio que garantia a solidez do Banco Master era composta por precatórios (títulos de disputas judiciais contra governos), que são de recebimento incerto.
Uma das estratégias usadas para o crescimento foi a oferta de Certificados de Depósito Bancário (CDB) que pagavam aos investidores taxas muito acima dos concorrentes, de até 140% do CDI (o Certificado de Depósito Interbancário, uma taxa de referência nas operações entre bancos).
Para vender os CDBs, o banco usava o fato de eles estarem garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC, uma instituição privada mantida por aportes de todos os bancos).
O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, negou que a compra de parte do Banco Master seja fruto de interferências políticas na instituição financeira. Segundo ele, a análise para a proposta foi técnica e dentro da lógica de expansão do banco do governo distrital.
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