Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Google fecha maior compra de remoção de carbono da história no Brasil; acordo prevê 2 milhões de toneladas métricas
Publicado 16/09/2026 • 16:50 | Atualizado há 2 meses
Defesa, saúde, criptomoedas e inteligência artificial: como as eleições de meio de mandato podem mexer com o mercado de ações nos Estados Unidos
Futuros das bolsas de Nova York sobem com queda do petróleo; investidores aguardam balanço da Apple e eleições nos EUA
Por que a IA está impulsionando os negócios de publicidade da Meta enquanto prejudica as buscas do Google?
Setor de criptomoedas investe mais de US$ 200 milhões nas eleições dos EUA para pressionar por regras favoráveis
Justiça dos EUA rejeita ação de Trump contra The Wall Street Journal por suposta carta a Epstein
Publicado 16/09/2026 • 16:50 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Canva
A Google anunciou nesta quarta-feira (16) a maior compra de remoção de carbono de sua história, em parceria com a climate tech Terradot.
O acordo prevê a aplicação de soluções climáticas em mais de 200 mil hectares de plantações de arroz no Sul do Brasil e a geração de impacto climático em escala de milhões de toneladas até 2030.
Pelo acordo, a Google comprará 1 milhão de toneladas métricas de CO₂e, considerando GWP 20, em eliminação de metano até 2030, além de 1 milhão de toneladas métricas de remoção permanente de carbono até 2040.
A estratégia combina duas tecnologias em uma mesma área agrícola. A primeira é o Alternate Wetting and Drying (AWD), técnica de irrigação que alterna períodos de alagamento e drenagem dos arrozais. A prática reduz as emissões de metano, um gás de efeito estufa de curta duração.
A segunda é o Enhanced Rock Weathering (ERW), ou intemperismo acelerado de rochas. A Terradot pretende aplicar rocha vulcânica triturada de origem natural sobre os mesmos campos. À medida que o material se dissolve, ocorre um processo que remove dióxido de carbono da atmosfera e o armazena de forma permanente.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCSegundo a Google, a combinação busca produzir efeitos em diferentes horizontes de tempo. A redução das emissões de metano gera impacto climático mais imediato, enquanto a remoção de carbono ocorre gradualmente e tem duração prolongada.
O projeto também prevê benefícios para os produtores. De acordo com a empresa, o AWD pode reduzir o consumo de água e os custos de determinados insumos, enquanto a aplicação da rocha triturada pode contribuir para a saúde do solo.
A escolha do Sul do Brasil está relacionada às características da região. Segundo a Google, os solos, o clima quente e úmido e a presença de sistemas de cultivo de arroz alagado favorecem a aplicação das tecnologias. A proximidade de pedreiras de basalto também facilita o fornecimento da matéria-prima utilizada no intemperismo acelerado.
A iniciativa foi desenhada para uma expansão posterior. O objetivo é levar o modelo inicialmente para os 1,5 milhão de hectares de arroz cultivados no Brasil e, posteriormente, para outras regiões produtoras da cultura no mundo.
A Google também informou que financiará pesquisas para avaliar a capacidade do sistema AWD de reduzir emissões de metano em diferentes modelos de cultivo de arroz globalmente.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
PlayStation resgata visual dos anos 1990; conheça os novos acessórios
2
Leilão do Banco Master reúne 447 lotes, de cadeiras Herman Miller a TV de 98 polegadas, com lances a partir de R$ 21; veja os itens
3
Protestos e acusações de golpe mergulham Polônia em nova crise institucional
4
Banco Central decreta liquidação da MW Pay, instituição ligada a bets, por violações graves às normas do sistema de pagamentos
5
Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro, mas diz que senador pode ficar nos EUA “pelo tempo que quiser”