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Liberação de fake news contra Flávio Bolsonaro por Dino é tentativa de reeleger Lula
Publicado 27/09/2026 • 20:03 | Atualizado há 48 minutos
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Publicado 27/09/2026 • 20:03 | Atualizado há 48 minutos
KEY POINTS
Em editorial publicado no fim da tarde deste domingo, 27, o Estado de S.Paulo criticou a decisão do ministro Flávio Dino de derrubar a decisão de André Mendonça e liberar 1125 publicações que fazem menção a fake news vinculando Flávio Bolsonaro a um projeto de lei para retirar o nome de Nossa Senhora da Aparecida do título e padroeira do Brasil.
O texto intitulado “Dino atua para reeleger Lula”, a publicação afirma que a decisão foi “exclusivamente política” e que atropelou competências de forma monocrática.
Na última sexta-feira, 25, o ministro André Mendonça mandou tirar do ar 1.125 publicações segundo as quais Flávio Bolsonaro, na condição de senador, havia apoiado um projeto de lei para tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de “padroeira do Brasil”. A informação, inverídica, foi criada e difundida por perfis de esquerdistas e repercutida por meios de comunicação.
Leia também: Intervenções do STF em decisões do TSE aprofundam racha entre as cortes a uma semana do primeiro turno das eleições
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Siga o Times | CNBCO jornal também acusou Flávio Dino de ignorar as garantias constitucionais do sigilo da fonte e da liberdade de imprensa quando usou seu poder para perseguir um jornalista do Maranhão, seu reduto político, por ter publicado notícias das quais ele não gostou.
“Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula e fidelíssimo escudeiro do presidente, foi colocado no STF porque, nas palavras do petista, tem ‘cabeça política’. E ele não vem decepcionando: está na linha de frente na defesa dos interesses de Lula no tribunal, sobretudo quando se trata de confrontar os ministros indicados por Jair Bolsonaro – André Mendonça e Kassio Nunes Marques”, afirma o texto.
A decisão de Dino deixou claro o racha entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a uma semana do primeiro turno das eleições presidenciais.
Mais cedo, a campanha de Flávio Bolsonaro manifestou “perplexidade” com a decisão. O coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho, afirmou que a decisão de Dino cria uma jurisprudência de conveniência para “permitir a circulação de conteúdo considerado falso para favorecer Lula e seu grupo político na eleição”
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