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Locaweb alerta para aumento de fraudes digitais e orienta varejo para a Black Friday
Publicado 27/10/2025 • 18:59 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 27/10/2025 • 18:59 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Cartaz de Black Friday
Agência Brasil
O comércio eletrônico brasileiro registrou 2,8 milhões de tentativas de fraude em 2024, que somaram mais de R$ 3 bilhões em valor das tentativas, segundo o Mapa da Fraude 2025 da ClearSale, braço do Serasa Experian especializado em soluções antifraude. As empresas de tecnologia já começaram a alertar para a Black Friday deste ano, período em que o tráfego e as vendas online atingem o pico anual.
Pedro Braga, diretor da Locaweb e KingHost, empresa brasileira especializada em hospedagem e soluções digitais para e-commerce, afirma que o período exige atenção redobrada. “Durante a Black Friday, phishing, roubo de credenciais e ransomware estão entre as ameaças mais recorrentes”, afirmou. “O que pode comprometer tanto a operação da empresa quanto a confiança dos clientes.”
Braga observa que a segurança deve ser tratada como investimento estratégico — e cita como práticas essenciais o uso de certificados SSL, autenticação em dois fatores, políticas de acesso restrito e monitoramento contínuo de servidores e sites.
Negligenciar essas medidas significa deixar a porta aberta para ataques que podem causar prejuízos financeiros e de imagem. Para reduzir riscos, a Locaweb recomenda rotinas automáticas de backup e ferramentas integradas de gestão, que permitem monitorar acessos e vulnerabilidades em tempo real.
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O executivo afirma que a combinação entre tecnologia e conscientização interna é o principal fator de proteção. “Quando uma loja mostra que leva a segurança a sério, ela transmite confiança ao consumidor e fortalece a própria marca.”
As dicas da Locaweb para o varejo na Black Friday são:
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Siga o Times | CNBCA categoria mais visada foi a de celulares, com 4% das tentativas e tíquete médio de R$ 2.789, 159% acima da média geral. Outras categorias com maior percentual de tentativas incluem acessórios eletrônicos (3,4%), eletrodomésticos (3,2%), informática (3,2%) e serviços (2,5%).
Entre os produtos mais fraudados estão geladeiras, freezers, celulares, televisores e itens de moda de alto valor ou edição limitada, conforme o relatório. O estudo também aponta diferenças por gênero, com maior incidência entre consumidores do sexo masculino (1,7%), seguidos por outros (1,5%) e feminino (0,9%).
Com essas informações sobre categorias, tíquete médio e perfis de risco, os lojistas podem articular estratégias de proteção digital, com monitoramento contínuo e ferramentas antifraude, embora não haja garantia de prevenção completa das fraudes.
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