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Operação que prendeu CEO da Fictor encontrou 67 celulares, jóias, relógios e arma de fogo
Publicado 25/03/2026 • 17:18 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 25/03/2026 • 17:18 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
A Operação Fallax, deflagrada nesta quarta-feira (25) para desarticular uma organização criminosa especializada em crimes contra a Caixa Econômica Federal, prendeu 14 pessoas, 67 telefones celulares e uma arma de fogo. Segundo boletim da Polícia Federal (PF), também houve apreensão de dinheiro, cheques e criptoativos, cujos valores ainda estão sendo calculados.
Além disso,o balanço parcial da ação mostra o recolhimento de 31 notebooks, 25 documentos e grandes quantidades de jóias e relógios de luxo em dois endereços. Mais cedo, o CEO e fundador do Grupo Fictor, Rafael Góis, foi alvo de busca e apreensão.
O esquema cooptava funcionários de instituições financeiras e utilizava empresas de fachada para praticar estelionato, lavagem de dinheiro e fraudes bancárias que superam R$ 500 milhões. A investigação aponta que a estrutura financeira executava a movimentação de recursos ilícitos, e que parte desses valores tinha origem em células criminosas vinculadas ao Comando Vermelho.
Leia mais: Quem é Luiz Phillippe Rubini, ex-sócio da Fictor e alvo de operação da PF
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Siga o Times | CNBCOs criminosos, segundo a PF, estruturavam suas atividades por meio da criação em larga escala de pessoas jurídicas fictícias, com padrões previamente definidos – como capital social simulado objeto social genérico e sócio único -, destinadas à obtenção fraudulenta de crédito junto a instituições financeiras.
Em nota, o Grupo Fictor afirmou que, assim que a defesa de Rafael tiver acesso ao conteúdo da investigação, “prestará os esclarecimentos necessários às autoridades competentes com o objetivo de elucidar os fatos”.
A investigação foi iniciada em 2024, quando a Polícia Federal identificou a existência de um esquema estruturado voltado à prática de fraudes bancárias e lavagem de capitais.
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