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Mauro Vieira diz na Câmara que Brasil não vai misturar comércio com política em negociações com EUA
Publicado 01/10/2025 • 13:40 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 01/10/2025 • 13:40 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quarta-feira (1º) que o Brasil manterá sua posição de não misturar comércio com política nas negociações com os Estados Unidos. A declaração foi feita em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden) da Câmara dos Deputados.
Segundo Vieira, caso o diálogo bilateral seja iniciado formalmente, os dois países podem chegar a um acordo dentro de aproximadamente 210 dias.
Vieira citou a expectativa de encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, o que, na visão do chanceler, sinaliza uma nova disposição da Casa Branca para rever sanções contra o Brasil. Entre as medidas estão a sobretaxa de 50% e a aplicação da Lei Magnitsky ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e à sua esposa, Viviane.
“Há uma perspectiva de diálogo, mas sem jamais abrir mão da disposição naquilo que não confrontar com nossa soberania. Permaneceremos atentos”, afirmou.
O chanceler destacou ainda que razões de natureza política relacionadas a processos judiciais no STF não devem interferir nas relações entre estados soberanos. “São inaceitáveis medidas com pretensão extraterritorial”, disse Vieira, em referência às sanções que restringem comércio e operações financeiras de cidadãos brasileiros com empresas americanas.
O governo brasileiro aguarda que Lula e Trump tenham uma conversa telefônica antes de um encontro presencial, previsto para o fim do mês, na cúpula da Asean, na Malásia. Lula será o primeiro presidente brasileiro a participar da reunião do bloco, que reúne países do Sudeste Asiático como Indonésia, Singapura, Vietnã e Filipinas.
A decisão de Trump de propor um encontro foi interpretada como gesto positivo em Brasília. Até a semana passada, cidadãos brasileiros seguiam como alvo de sanções após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, medida que atingiu diretamente Alexandre de Moraes e sua família.
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