Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Rio defende regras atuais dos royalties e propõe transição em dia de julgamento no Supremo
Publicado 06/05/2026 • 18:46 | Atualizado há 3 meses
Por que o plano de financiamento de IA de US$ 500 bilhões de Jensen Huang enfrenta um grande risco na China?
GM fecha acordo de até US$ 4,5 bilhões para aquisição de peças, visando evitar problemas na cadeia de suprimentos
Poder computacional da IA está se tornando uma classe de ativos negociáveis
Brad Lightcap, executivo de longa data da OpenAI, deixa o cargo em meio à reestruturação do laboratório de IA
Petróleo dos EUA supera US$ 83 por barril após Irã dizer que Estreito de Ormuz não será reaberto até que condições sejam atendidas
Publicado 06/05/2026 • 18:46 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: PPSA
O governo estadual do Rio de Janeiro defendeu a manutenção das regras vigentes na distribuição dos royalties de petróleo em comunicado divulgado nesta quarta-feira (6). “Importante reforçar que os royalties são uma compensação obrigatória pelos danos e riscos ambientais, sociais e de infraestrutura suportados pelos produtores”, diz a nota.
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta manhã cinco ações que questionam uma lei de 2012 que ampliou o repasse de royalties para Estados e municípios não produtores. O Rio de Janeiro seria o principal afetado caso a lei entrasse em vigor. A norma foi suspensa no ano seguinte por liminar da ministra Cármen Lúcia.
Como a norma está suspensa, segue em vigor o modelo que concentra os royalties nos principais Estados produtores (Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo) e em dezenas de municípios afetados pela exploração de petróleo. Esses entes alegam que retomar a validade da lei provocaria prejuízos bilionários para as contas públicas.
Caso o Supremo entenda que a lei é constitucional, o governo do Rio de Janeiro propõe sua aplicação somente a contratos de concessão firmados a partir da data de homologação do acordo. Ou seja, os royalties distribuídos hoje com base em contratos que estão em vigor não seriam afetados pelo julgamento. A proposta foi enviada ao Supremo na segunda-feira, 4.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO governo estadual estima uma perda de R$ 9,9 bilhões em 2026 em caso de aplicação integral da Lei 12.734/12, e de R$ 2,3 bilhões caso seja aplicada apenas aos contratos posteriores à sua vigência.
Segundo o governo fluminense, a medida proposta diminuiria o rombo bilionário para os cofres públicos do Rio, ao mesmo tempo em que atende à demanda dos Estados não produtores por uma parcela maior dos royalties.
Uma audiência de conciliação estava marcada para a terça, 5, mas foi cancelada pela relatora, Cármen Lúcia.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
2
BYD processa portal jornalístico e tenta calar reportagem sobre origem chinesa da marca
3
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador
4
Futebol italiano perde espaço na elite europeia em meio a crise financeira e estrutural
5
Master Capixaba: Apex Partners – sócia da CVC – consegue proteção judicial para não pagar R$ 985 milhões em dívidas