Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Redes sociais respondem por publicações criminosas dos usuários, decide STF
Publicado 26/06/2025 • 18:26 | Atualizado há 1 ano
Goldman Sachs: reservas japonesas de US$ 1 trilhão deixam “muita capacidade” para novas intervenções no mercado de ienes
Novo Pixel 11 coloca Gemini no centro da disputa do Google com a Apple por celulares com IA
Apostas contra a SpaceX perdem força após ações se recuperarem em mais de 30%
A cara expansão da inteligência artificial complica combate do Fed à inflação
Preços ao consumidor dos EUA sobem 0,1% em julho, em linha com o esperado, e inflação anual fica em 3,4%
Publicado 26/06/2025 • 18:26 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Pixabay
O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quinta-feira (26) o julgamento que amplia as obrigações das big techs pelo conteúdo publicado por usuários na internet. Após 12 sessões, os ministros definiram os critérios para punir as plataformas por falhas na moderação de conteúdo.
Ficou definido que, como regra geral, as empresas respondem por crimes ou atos ilícitos e por contas falsas. Nos casos de crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), permanece a sistemática atual, de obrigação de remoção apenas por ordem judicial.
Leia mais:
Precisamos trabalhar a regulação das redes e parlamento precisa ter coragem, diz Lula
Esses critérios foram consolidados em uma “tese de repercussão geral”. A tese funciona como uma orientação para ser aplicada nacionalmente pelo Poder Judiciário no julgamento de processos sobre o mesmo tema.
Por 8 votos a 3, os ministros decidiram que o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que isenta as plataformas de responsabilidade por publicações de terceiros, exceto no caso de descumprimento de decisões judiciais para remover conteúdos, é parcialmente inconstitucional, porque não prevê exceções para a punição das empresas de tecnologia.
“Há um estado de omissão parcial que decorre do fato de que a regra geral não confere proteção suficiente a bens jurídicos constitucionais de alta relevância, proteção de direitos fundamentais e da democracia”, diz a tese.
Ficaram vencidos os ministros André Mendonça, Edson Fachin e Kassio Nunes Marques. Eles defenderam que o tema deveria ser regulamentado pelo Congresso e não pelo Judiciário.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCOs ministros se reuniram nesta tarde em um almoço no gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, presidente do STF, para chegar a um acordo, o que só ocorreu após quatro horas de debates a portas fechadas.
O STF entra de recesso na próxima semana e os ministros se esforçaram para concluir a questão antes das férias coletivas.
__
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Master Capixaba: falha de governança expõe brecha usada por Apex Partners e GJP para mudar estatuto e evitar Oferta Pública de Aquisição de Ações na CVC
2
Lotofácil 3760: veja os números sorteados no concurso; prêmio é de R$ 8 milhões
3
Banco Central multa Banco Genial em R$ 21,6 milhões e inabilita CEO por 4 anos
4
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
5
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador