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Toffoli não deve votar em sessão plenária; voto de Cármen Lúcia ganha mais peso e pode decidir caso Moraes
Publicado 10/09/2026 • 23:01 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 10/09/2026 • 23:01 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Ministra Cármen Lúcia dá voto decisivo pela condenação.
Tom Molina/Estadão Conteúdo
O voto de Cármen Lúcia ganhou ainda mais peso no julgamento marcado para a próxima terça-feira (15), quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá se abre uma investigação sobre Alexandre de Moraes por fatos relacionados às mensagens enviadas por Daniel Vorcaro.
Dias Toffoli sinalizou a interlocutores que não deve participar da votação. O ministro tende a manter a posição adotada em processos relacionados ao Banco Master, nos quais se declarou impedido por negócios envolvendo parentes e Vorcaro. A informação foi revelada pelo jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil.
Com Toffoli fora da conta, a projeção nos bastidores é de 4 votos a 3 pela abertura da investigação. Edson Fachin, Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça são contabilizados entre os favoráveis à apuração. Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin aparecem no grupo contrário.
Cármen ainda não sinalizou publicamente como pretende votar.
Leia também: Com Plenário do STF dividido, votos de Fachin e Carmen devem definir destino de Moraes
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Siga o Times | CNBCO cenário atual muda a matemática discutida nos bastidores do STF nos últimos dias. Moraes, por ser o alvo da discussão, não participa da votação. O Supremo também está com uma cadeira vaga desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Se Toffoli efetivamente ficar fora, restarão oito votos no julgamento.
Nesse quadro, um voto de Cármen pela abertura da investigação levaria o placar projetado a 5 a 3.
Se votar contra, a ministra pode levar o julgamento a um empate em 4 a 4, cenário visto nos bastidores como favorável a Moraes.
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