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YouTube vai permitir que criadores banidos por desinformação sobre Covid-19 e eleições peçam para voltar para a plataforma
Publicado 23/09/2025 • 23:01 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 23/09/2025 • 23:01 | Atualizado há 1 ano
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A alteração vale para canais removidos por publicarem desinformação sobre Covid-19 ou eleições, de acordo com carta do advogado da Alphabet, Daniel Donovan, ao presidente do Comitê Judiciário da Câmara, Jim Jordan (Partido Republicano de Ohio). Antes, essas infrações resultavam em banimento vitalício.
“Hoje, as Diretrizes da Comunidade do YouTube permitem uma variedade maior de conteúdos sobre Covid e integridade eleitoral”, escreveu Donovan.
O YouTube publicou no X (antigo Twitter) que esta será uma fase de testes limitada, aberta a um grupo específico de criadores e também a canais excluídos sob políticas que já não estão em vigor. A plataforma informou que o novo programa de reativação de contas será lançado em breve.
Entre os canais já banidos por essas regras estão alguns ligados ao ex-vice-diretor do FBI Dan Bongino, ao ex-estrategista-chefe de Trump Steve Bannon e ao secretário de Saúde e Serviços Humanos Robert F. Kennedy Jr. Ainda não está claro se esses canais serão reativados.
Em março, o deputado Jim Jordan intimou o CEO da Alphabet, Sundar Pichai, acusando o YouTube de ser “um agente direto do regime de censura do governo federal”.
Em 2021, o YouTube anunciou que removeria qualquer conteúdo que espalhasse desinformação sobre vacinas aprovadas.
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Siga o Times | CNBCDonovan escreveu que, durante a pandemia, autoridades do alto escalão do governo Biden pressionaram a empresa a tirar do ar vídeos sobre Covid que, tecnicamente, não violavam as regras do YouTube, classificando essa pressão como “inaceitável e errada”.
O YouTube encerrou suas regras específicas sobre desinformação da Covid em dezembro de 2024, conforme a carta de Donovan.
Segundo ele, o YouTube não delegará a verificadores independentes a moderação de conteúdo e continuará promovendo a livre expressão na plataforma. Embora afirme não usar verificadores de fatos para moderar, a empresa mantém programas que inserem avisos de contexto nos vídeos.
De forma semelhante, a Meta informou, em janeiro, que encerrou o programa de checagem de fatos no Facebook e no Instagram.
O YouTube possui um recurso que exibe painéis informativos com links para checagens independentes abaixo dos vídeos, a fim de oferecer contexto adicional com informações de fontes externas.ma ferramenta de checagem de fatos que mostra selos em resultados de busca e notícias.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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