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44% dos investidores em criptomoedas têm o mesmo arrependimento: não ter entrado antes
Publicado 15/05/2026 • 13:12 | Atualizado há 1 hora
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KEY POINTS
Foto: Magnific
Bitcoin segue forte mesmo com volatilidade? Especialista explica cenário do mercado cripto
Mais da metade dos jovens brasileiros entre 18 e 29 anos que ainda não investem em criptoativos afirma que pretende entrar nesse mercado no futuro. O dado é da pesquisa “Panorama do Investidor Brasileiro: ativos digitais e o futuro dos investimentos”, realizada pelo MB | Mercado Bitcoin em parceria com o Opinion Box, com mais de mil investidores de todas as regiões do Brasil, ao longo de abril de 2026. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.
O interesse cai à medida que a faixa etária avança. Entre os investidores com mais de 50 anos que ainda não aplicam em criptoativos, apenas 41% têm intenção de entrar no mercado. No geral, 56% dos investidores brasileiros pretendem começar a investir na categoria. Na plataforma do Mercado Bitcoin, 23% dos clientes já têm entre 18 e 29 anos, reflexo dessa mudança geracional em curso.
Leia também: Como funciona a regulamentação das criptomoedas no Brasil e no mundo
Apesar do interesse, o caminho até o primeiro aporte encontra um obstáculo recorrente. Mais de 62% dos entrevistados afirmam ter dificuldade com os termos e conceitos do universo de ativos digitais. Apenas 11% consideram a linguagem do setor clara em todos os aspectos.
“Para muitos, investir nesse mercado ainda parece aprender um novo idioma. Termos como blockchain e halving surgem sem contexto, em inglês, e acabam afastando mais do que aproximando as pessoas”, avalia Giresse Contini, diretor do Mercado Bitcoin.
Entre quem pretende começar a investir em criptoativos, o Bitcoin segue como primeira escolha, citado por 56% dos entrevistados. O Ethereum aparece em segundo lugar, com 21% de intenção, seguido por ouro digital e dólar digital, ambos com 6%, e Solana, com 5%.
O interesse por stablecoins como o dólar digital sinaliza um mercado em amadurecimento, com investidores passando a enxergar os ativos digitais também como instrumentos financeiros com funções distintas dentro da carteira. “O crescimento do interesse por categorias como dólar digital e ouro digital reflete uma mudança importante de maturidade do mercado”, afirma Contini.
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Entre quem já tem criptoativos na carteira, a percepção é amplamente positiva. Oito em cada 10 investidores afirmam não se arrepender de ter entrado nesse mercado. O principal arrependimento de 44% desse grupo é não ter começado antes, e não a experiência em si.
O dado ganha peso quando colocado ao lado do desempenho histórico da categoria. O Bitcoin saiu de cerca de R$ 1.605 para R$ 398.729 nos últimos dez anos, acumulando valorização aproximada de 17.000%. Ainda assim, apenas 22% dos investidores brasileiros reconhecem a criptomoeda como o ativo de maior valorização da última década. Outros 20% apontam aplicações tradicionais, como Tesouro Direto e CDB, como os investimentos mais rentáveis do período.
Entre os investidores que já aplicam em ativos digitais, o cenário é diferente: 59% colocam o Bitcoin entre os três ativos mais valorizados da década. “Quanto maior a proximidade do investidor com o universo de criptoativos, maior também é a compreensão sobre o potencial de valorização do Bitcoin”, pontua Contini.
A pesquisa também aponta uma mudança de postura diante da volatilidade. Entre os investidores em criptomoedas, quase 80% enxergam os momentos de baixa como oportunidade de entrada e construção de patrimônio. Entre o total de investidores brasileiros, esse percentual cai para 61%.
A disciplina de aportes também diferencia os dois grupos. Entre investidores em cripto, 68% realizam aportes semanais, quinzenais ou mensais. Entre quem nunca investiu em ativos digitais, o índice é de 56%. O dado sugere que, à medida que o investidor ganha familiaridade com o segmento, cresce também a percepção de recorrência e construção gradual de patrimônio.
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