Clique aqui e cadastre-se agora usando o cupom “timesbrasil” para ganhar um bônus de até US$30 na sua conta.
EUA pedem dados de empresa cripto ligada a operações do Banco Master
Publicado 05/09/2026 • 20:50 | Atualizado há 2 meses
França vê protestos pressionarem mercados e investidores avaliam riscos para o déficit, o crescimento e setores expostos
Embaixadas americanas reforçam segurança à medida que aumentam os alertas sobre ameaças do Irã antes das eleições de meio de mandato nos EUA
A Ucrânia anunciou o levantamento das restrições de alta velocidade aos serviços Starlink e Starshield
Empresas de nuvem para IA despencam e risco de calote dispara no setor
‘Outubro Negro’ da IA: Falhas críticas no PHP desencadeiam corrida global pela segurança
Publicado 05/09/2026 • 20:50 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A Justiça dos Estados Unidos solicitou uma série de informações à OWS (One World Services), empresa que atua com criptoativos, dentro do processo de liquidação extrajudicial do Banco Master. O pedido foi feito pela EFB, liquidante do Master, no processo de Chapter 15 que tramita no Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida.
🔍 One World Services (OWS) é uma empresa que atua no mercado de criptoativos e que teria movimentado recursos vinculados ao então Banco Máxima, hoje Banco Master, entre 2018 e 2021.
Conforme reportagem do Valor Econômico, a OWS foi intimada a entregar os documentos até o dia 23 de setembro. Segundo investigação da Polícia Federal, a empresa movimentou US$ 531 milhões em operações com o então Banco Máxima, hoje Banco Master.
Leia também: Caso Master: investigação específica sobre Moraes é o caminho mais adequado, avalia Ivar Hartmann
A intimação também busca registros de serviços prestados, movimentações financeiras e transferências de recursos, além de documentos de identificação de clientes e prevenção à lavagem de dinheiro. O pedido inclui ainda comunicações trocadas por WhatsApp, Telegram, iMessage e Signal.
Além disso, a liquidante pede informações sobre bens que a OWS tenha administrado, mantido ou ajudado a adquirir e que possam estar associados ao Master ou a outras pessoas e empresas listadas, inclusive por meio de terceiros ou empresas veículo. O período abrangido pela solicitação começa em janeiro de 2018.
A OWS já era alvo de investigação no país no âmbito da Operação Colossus, deflagrada pela Polícia Federal em 2022. O inquérito apura suspeitas de crimes como evasão de divisas, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e associação criminosa envolvendo José Eduardo Fróes Júnior, Adriano Fróes e outros investigados.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCSegundo a Polícia Federal, a OWS é suspeita de comprar bitcoins para pessoas condenadas por lavar dinheiro de organizações criminosas. A investigação também apurou operações de câmbio relacionadas à atividade da empresa.
No caso do Master, foram identificadas 331 operações de câmbio entre dezembro de 2018 e abril de 2021. As operações foram realizadas quando a instituição ainda se chamava Banco Máxima e foram registradas sob a justificativa de aumento de capital de uma offshore da OWS nos Estados Unidos. A Polícia Federal apontou suspeitas sobre a documentação e a finalidade declarada para parte dessas remessas.
Em 2023, Adriano Fróes foi convocado pela CPI das Pirâmides Financeiras da Câmara dos Deputados, na condição de gestor da OWS, para prestar esclarecimentos sobre o envolvimento da empresa com criptoativos, mas não compareceu. A CPI posteriormente aprovou a quebra de seus sigilos bancário, fiscal e de dados junto a corretoras de criptoativos. A OWS deixou de operar após a deflagração da Operação Colossus.
Procurado pelo Valor, o advogado da família Fróes afirmou que o Banco Master nunca foi cliente da OWS. Segundo ele, era a empresa que contratava a instituição financeira para realizar fechamentos de câmbio e remessas de valores ao exterior.
Ainda segundo o advogado, o Master foi uma entre várias instituições financeiras utilizadas pela empresa, de acordo com as taxas e as necessidades de remessas ao exterior.
A EFB pede acesso a contratos, acordos, aditivos, termos e outros documentos envolvendo a OWS, os bancos do grupo Master e uma lista de 17 pessoas e empresas sujeitas a uma ou mais ordens de bloqueio de ativos do Banco Central relacionadas à liquidação extrajudicial. Entre elas estão Daniel Vorcaro, Maurício Quadrado e a holding Titan Capital.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Clique aqui e cadastre-se agora usando o cupom “timesbrasil” para ganhar um bônus de até US$30 na sua conta.
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Polymarket e Kalshi apontam mais de 83% de chance de vitória de Flávio Bolsonaro
2
Pesquisa Veritá traz seis notícias ruins para Lula
3
GERP – ÚLTIMA ANTES DA ELEIÇÃO: Instituto que acertou primeiro turno dá 52% para Flávio e 48% para Lula
4
Gastos com cartão da Presidência chegam a R$ 84,5 milhões desde 2023, e 98,6% das despesas estão sob sigilo
5
DECISÃO 2026: Instituto que acertou primeiro turno dá 52% para Flávio e 48% para Lula