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Importação de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura no Brasil

Publicado 26/07/2026 • 21:00 | Atualizado há 52 minutos

KEY POINTS

  • Estações Delta no Canadá e na Noruega avaliam reprodutores por tomografia e comedouros automáticos
  • Topigs Norsvin desembarcou a terceira remessa de reprodutores do ano em julho
  • Empresa investe mais de 34 milhões de euros por ano em pesquisa e desenvolvimento genético
Importação de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura no Brasil

Topigs Norsvin

Importação de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura no Brasil

Para operar no mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais de produção suína, o Brasil recorre à importação frequente de reprodutores, movimento que garante acesso imediato ao topo da ciência aplicada ao setor de suinocultura. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, afirma conduzir a maior rota contínua de importação de suínos do país.

Segundo a companhia, a terceira remessa de reprodutores deste ano desembarcou em julho, com ao menos outras duas operações já previstas para 2026.

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Genética das granjas brasileiras segue padrão internacional

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associado ao alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin”, afirma o diretor técnico da empresa, Marcos Lopes.

Tecnologia na suinocultura é avaliada direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta, centros de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores localizados no Canadá e na Noruega. Segundo a empresa, esses centros concentram o principal núcleo de melhoramento genético da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação.

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Nesses centros, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada, e o consumo de ração individual é mensurado por comedouros automáticos, para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos os reprodutores passam por avaliação genômica detalhada, para garantir o potencial genético de cada animal, segundo a Topigs Norsvin.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia, nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Reprodutores são distribuídos por todo o país

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma cadeia de produtividade que, segundo a empresa, beneficia todo o setor. Os animais recém-chegados são direcionados a centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

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