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Tensões no Oriente Médio elevam custos e pressionam agronegócio brasileiro
Publicado 16/05/2026 • 08:00 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 16/05/2026 • 08:00 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
A escalada das tensões entre o Irã e os Estados Unidos e os constantes bloqueios logísticos globais voltaram a pressionar os custos de produção no campo, acendendo o alerta para a segurança do agronegócio nacional, apontou Eduardo Marrey, diretor comercial da BrasilAgro.
O executivo ressaltou o elevado patamar de vulnerabilidade do setor produtivo nacional em relação aos insumos estrangeiros, que sofrem impactos severos a cada novo conflito internacional.
“O Brasil é muito dependente da importação de fertilizantes, trazendo de fora de 85% a 90% do que consome. O Irã é um grande produtor de gás natural, matéria-prima essencial para os nitrogenados, e as tensões no Estreito de Ormuz encarecem o frete marítimo e os seguros, gerando uma alta expressiva que impacta diretamente a margem do produtor”, explicou Marrey ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
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Diante desse cenário desafiador, a retomada da produção interna por parte de estatais e os debates sobre a soberania de insumos ganham tração, embora as metas de longo prazo demandem tempo para se concretizar.
O diretor avaliou que a reativação de fábricas nacionais ajuda na composição de preços e diminui a dependência, mas a discussão ainda é incipiente. O Plano Nacional de Fertilizantes projeta reduzir essa necessidade de importação para a casa dos 50% apenas em 2050, o que mostra que ainda temos muito chão pela frente.
“O Brasil precisa ser ativo na busca por outros parceiros para não depender de poucos países. Dentro do BRICS, existem nações que podem contribuir com o fornecimento, e ter mais opções de mercado é fundamental nesses momentos de conflito para que a produção agrícola não seja tão penalizada em custos”, concluiu.
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