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Azul reporta prejuízo ajustado de R$ 425 milhões no primeiro balanço após sair do Chapter11; Ebitda avançou 10% no ano
Publicado 27/03/2026 • 13:48 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/03/2026 • 13:48 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Tony Winston/Ministério da Saúde
Avião da Azul
A companhia aérea Azul encerrou o quarto trimestre de 2025 com um prejuízo líquido ajustado de R$ 425,5 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo o lucro de R$ 62,4 milhões aferidos no quarto trimestre de 2024.
O resultado negativo veio apesar do desempenho operacional robusto, pressionado por despesas financeiras com pagamentos de juros e efeitos cambiais. Esta foi a primeira divulgação de balanço da companhia após sair do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, conhecido como Chapter11, que aconteceu em fevereiro de 2026.
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No acumulado de 2025, o prejuízo líquido ajustado somou R$ 4,28 bilhões, perda 330% maior que a reportada em 2024, refletindo impactos financeiros e efeitos da reestruturação.
O Lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda), indicador que reflete os resultados da operação da empresa, somou R$ 2,138 bilhões no 4T25, alta de 9,6% na comparação anual, com margem de 36,9%, impulsionado por uma demanda mais forte, além dos ajustes de capacidade e crescimento das receitas auxiliares. No quarto trimestre de 2024, a margem ficou em 35,2%.
A receita líquida totalizou R$ 5,8 bilhões no último trimestre do ano, um crescimento de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, marcando um recorde para o período. No acumulado de 2025, a receita somou R$ 21,8 bilhões, alta de 12% na comparação com 2024.
De acordo com o CEO da Azul, John Rodgerson, “a receita foi sustentada por uma demanda saudável, precificação eficaz e contribuições sólidas de nossas unidades de negócio ‘beyond the metal’”.
No operacional, a oferta de assentos – medidas em ASK – cresceu 1,1% no trimestre e 10% no acumulado do ano, enquanto a receita por assentos – RASK – avançou 3,5%, atingindo 46,55 centavos – também em nível recorde, sustentado pela força das receitas e pela diversificação dos negócios.
Já o custo por assento – medido em CASK – apresentou leve alta de 0,6%, pressionado por inflação, custos de combustível e despesas judiciais, embora parcialmente compensado por ganhos de produtividade e valorização cambial. O combustível mais caro no trimestre, que teve uma alta de 1,5% em relação ao 4T24, foi um dos fatores que pressionaram os custos da companhia.
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