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Wetzel: a trajetória de uma metalúrgica histórica e os motivos por trás da recuperação extrajudicial
Publicado 17/03/2026 • 16:17 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/03/2026 • 16:17 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Reprodução
Wetzel: Como a empresa brasileira chegou ao pedido de recuperação extrajudicial
A recuperação extrajudicial vem sendo adotada por empresas que pretendem renegociar as dívidas sem a necessidade de paralisar as operações. Na última semana, a Wetzel, metalúrgica brasileira, aderiu ao mesmo plano para se organizar diretamente com os credores e os débitos em aberto.
Por meio de um fato relevante, a empresa anunciou na última semana que vai aderir ao plano de recuperação extrajudicial para renegociar a situação financeira atual da empresa. O plano foi protocolado após a empresa alcançar um acordo com parte de seus credores, buscando reorganizar as dívidas sem recorrer a um processo judicial.
Leia também: Má gestão e juros altos empurram empresas listadas para recuperação judicial em onda sem precedentes
Segundo informações da empresa, a Wetzel tem origem no setor industrial brasileiro, com atuação voltada à fabricação de componentes elétricos e serviços de fundição. Ao longo dos anos, a empresa consolidou sua presença no mercado ao atender demandas de infraestrutura, energia e indústria pesada.
Desde sua fundação, em 1932, a companhia se posicionou como fornecedora de soluções técnicas, investindo em processos industriais e ampliando sua capacidade produtiva para atender diferentes segmentos.
Com o passar do tempo, a Wetzel expandiu suas operações e ganhou relevância no setor industrial. O crescimento foi impulsionado pela diversificação de produtos e pela atuação em áreas estratégicas da economia, como energia e construção automotiva.
A empresa também buscou inovação e modernização de seus processos, o que contribuiu para sua consolidação no mercado nacional. Esse avanço permitiu que a companhia ampliasse sua base de clientes e fortalecesse sua presença em um setor procurado no mercado nacional.
Atualmente, a empresa é liderada por Rodrigo Moretti Ramalho Câmara. O executivo está à frente da companhia em um momento decisivo da empresa, marcado pela necessidade de reestruturação financeira e adaptação ao cenário econômico.
Formado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), o atual CEO da Wetzel possui passagens por outras companhias brasileiras, como o Itaú Unibanco e a Thermoid. Sua gestão tem como foco a reorganização das operações e a busca por soluções que garantam a sustentabilidade do negócio no longo prazo.
Como noticiado anteriormente pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a companhia protocolou o plano após conseguir a adesão da maioria dos credores, etapa fundamental para a validação da recuperação extrajudicial. O objetivo é alongar prazos, ajustar condições de pagamento e restabelecer o equilíbrio financeiro.
Além disso, a estratégia utilizada pela Wetzel segue os mesmos padrões de outras empresas que também aderiram ao plano de RE, como o GPA e a Raízen. O plano permite que as operações da empresa sigam normalmente, além de garantir que a negociação das dívidas seja tratada diretamente com os credores, sem a necessidade de intervenção jurídica no caso.
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