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Demissão em massa da Keeta no Rio provoca revolta entre funcionários; empresa diz que presta auxílio
Publicado 05/03/2026 • 13:52 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 05/03/2026 • 13:52 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O anúncio de uma demissão em massa da Keeta no Rio de Janeiro provocou revolta entre os funcionários na quarta-feira (4). Imagens que circulam nas redes sociais mostram os trabalhadores protestando no momento em que foram informados sobre o desligamento.
Em um dos vídeos, uma funcionária grita dizendo que deixou outro emprego para trabalhar na empresa após acreditar nas promessas feitas durante a contratação. “Cadê a empresa bilionária que vocês disseram?”, questionou.
Leia também: Exclusivo: após suspender lançamento no Rio, Keeta promove demissão em massa
Funcionários ouvidos pela reportagem, sob condição de anonimato, afirmaram que o momento das demissões contou com a presença de seguranças armados e ainda classificaram todo o processo de demissão como “desrespeitoso”.
Em nota ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a Keeta afirmou que conduziu o processo de demissões “em total conformidade com as leis e exigências locais”, e que procurou agir com cuidado e respeito com os funcionários.
Segundo a companhia, todos os trabalhadores desligados receberam um pacote de indenização para auxiliar na transição profissional. “Cada pessoa que deixou a empresa hoje recebeu um pacote de indenização para apoio na transição profissional. Somos gratos a cada um por suas contribuições”, disse.
Leia também: Keeta adia estreia no Rio de Janeiro e critica exclusividade de rivais do delivery
A empresa ‘culpou’ a suspensão das atividades no Rio por conta de um mercado brasileiro de delivery de comida distorcido por cláusulas de exclusividade adotadas por concorrentes como 99Food e iFood, que, segundo a empresa, limitam a liberdade dos restaurantes de operar em múltiplas plataformas. Líder do setor, o iFood concentra cerca de 80% do mercado.
Para a plataforma, essa prática limita a renda de restaurantes e entregadores parceiros, reduz a variedade disponível aos consumidores e desacelera a inovação, “criando barreiras que precisam ser superadas para que o setor cresça de forma sustentável.”
Em maio de 2025, a Meituan anunciou que lançaria suas operações no Brasil com o aplicativo Keeta. O anúncio foi feito como parte de um pacote de investimentos chineses no país que somam R$ 27 bilhões, resultado de acordos firmados durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pequim.
Avaliada em cerca de R$ 600 bilhões na Bolsa de Hong Kong, a Meituan tem como plano de investimento R$ 5,6 bilhões no mercado brasileiro nos próximos cinco anos, disputando espaço com o iFood, que atualmente domina mais de 80% do setor de entregas de refeições no país.
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