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EMS se prepara para produzir ‘versão nacional do Ozempic’; Anvisa promete liberar registros até o fim de abril
Publicado 20/03/2026 • 13:46 | Atualizado há 2 meses
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Anvisa debate norma para manipulação de canetas emagrecedoras no dia 29
Com a expiração da patente da semaglutida, substância presente em medicamentos como Ozempic e Wegovy, no Brasil nesta sexta-feira (20), a EMS avança para entrar nesse mercado. A farmacêutica já tem até uma estrutura industrial instalada e aguarda a análise do pedido de registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A Anvisa informou que sua área técnica deverá ter até o fim de abril uma posição sobre os pedidos de registro de semaglutida feitos por farmacêuticas.
A EMS investiu mais de R$ 1,2 bilhão em uma planta em Hortolândia (SP), voltada à produção de peptídeos farmacêuticos (que estão na base de medicamentos como a semaglutida). A unidade tem capacidade inicial para fabricar até 20 milhões de canetas por ano, com possibilidade de expansão.
Segundo a empresa, a iniciativa busca aumentar a produção nacional de terapias de maior complexidade e reduzir a dependência externa nesse segmento. Hoje, a EMS afirma ser a única farmacêutica nacional a produzir peptídeos no país.
Apesar da estrutura pronta, a produção e a comercialização da semaglutida só poderão começar após a aprovação da Anvisa. A empresa também diz que ainda não há definição de preço.

Em nota à imprensa, o vice-presidente da EMS, Marcus Sanchez, afirmou que a companhia pretende entrar no mercado de forma competitiva, mantendo as exigências regulatórias e padrões de qualidade. Ele também destacou que o fim da patente abre espaço para ampliar o acesso a tratamentos, dentro das regras do setor.
“A EMS tem uma longa trajetória de compromisso com a saúde e de ampliação do acesso a medicamentos importantes para a população brasileira. Como líder do setor farmacêutico no país e única farmacêutica nacional a produzir peptídeos no Brasil, entendemos a responsabilidade de disponibilizar terapias de qualidade, com rigor científico e dentro de todas as exigências regulatórias”, disse.
A farmacêutica já atua nesse segmento com medicamentos à base de liraglutida, usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, produzidos no Brasil desde 2025.
De acordo com a empresa, não se trata de genéricos. Isso porque medicamentos como semaglutida e liraglutida não seguem o modelo tradicional de genéricos, devido à complexidade produtiva e às exigências regulatórias. O registro ainda exige a apresentação de dados de qualidade, segurança e eficácia à Anvisa.
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