Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Mercado segue sem respostas e incerteza sobre privatização da Copasa provoca reação negativa entre investidores
Publicado 27/05/2026 • 21:13 | Atualizado há 5 meses
OpenAI negocia captação de US$ 30 bilhões e prepara abertura de capital em 2027
Elon Musk investe cerca de US$ 1 bilhão na Skydance
Barclays planeja cortar 5 mil empregos com avanço da inteligência artificial
CEO da Nvidia diz que demanda por neoclouds está “nas alturas”, mas falta capital
Anthropic anuncia prévia do Claude Duet, agente pessoal de IA para competir com Muse e Dots
Publicado 27/05/2026 • 21:13 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Foto: Copasa
A perspectiva de privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais foi praticamente a principal responsável pela valorização das ações da empresa nos últimos 13 meses, desde que a tese da privatização se impôs. Os papéis, que custavam R$ 20, há 1 ano, acumulam alta próxima de 190% no período, movimento que, para analistas, não encontra sustentação apenas nos fundamentos operacionais da companhia.
Apesar da forte disparada na bolsa, o desempenho recente da empresa não foi considerado especialmente positivo pelo mercado. Alguns resultados recentes vieram abaixo das expectativas. A companhia também não apresentou avanços relevantes em contenção de custos, enquanto os preços pelos serviços permaneceram relativamente estável. Esses fatores, isoladamente, não justificariam a magnitude da valorização observada nas ações.
Isso reforça a percepção de que a tese de privatização se tornou o principal motor dos papéis.
A sensibilidade do mercado ao tema ficou evidente nesta quarta-feira (27), quando as ações da Copasa encerraram o pregão com recuo de 4,71%, após queda de 7% no pior momento do dia. O movimento refletiu a frustração dos investidores diante da suspensão do leilão de privatização da companhia pelo governo de Minas Gerais.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO certame estava previsto para esta quarta-feira e teria como principais interessados a Equatorial Energia e um consórcio liderado pela Aegea Saneamento. No entanto, o governo mineiro decidiu interromper o processo e ainda não definiu uma nova data para a operação.
Além da indefinição sobre o cronograma, o mercado também segue sem respostas sobre pontos centrais da privatização: o valor final da venda, quanto o estado arrecadará com a operação e qual será o preço das ações após a eventual transferência de controle.
A incerteza provocou forte reação negativa entre investidores, embora parte do mercado ainda veja potencial de valorização caso a privatização avance em condições consideradas favoráveis. Em cenários otimistas, analistas projetam que as ações poderiam atingir cerca de R$ 80.
Por outro lado, se a privatização acabar fracassando, a avaliação predominante no mercado é de que os papéis podem cair para perto de R$ 30 — perto dos níveis registrados antes do início do movimento de forte valorização observado no primeiro semestre de 2025.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
GERP: Flávio tem 53 pontos e Lula, 47; distância aumenta a cinco dias das eleições
2
Lula promete tarifa zero a cinco dias do 2º turno, mas não detalha como bancar custo bilionário
3
PESQUISA QUE ACERTOU PRIMEIRO TURNO: Flávio tem 53% e Lula 47% dos votos válidos, diz Gerp
4
Luxo: fotos mostram viagens de Lulinha em jato fretado e passeios pagos por empresários; veja
5
DECISÃO 2026: ranking das pesquisas eleitorais mostra diferenças entre as estimativas dos institutos e o resultado das urnas