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Operação Fallax: quantos mandados foram cumpridos e o que foi apreendido
Publicado 27/03/2026 • 15:40 | Atualizado há 2 horas
Publicado 27/03/2026 • 15:40 | Atualizado há 2 horas
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Foto: Reprodução/ Polícia Federal
Operação Fallax: quantos mandados foram cumpridos e o que foi apreendido
A Operação Fallax, deflagrada na última quarta-feira (25), pela Polícia Federal, tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além de combater práticas de estelionato e lavagem de dinheiro.
Entre os investigados da operação está o CEO do Grupo Fictor, Rafael Góis, que foi alvo de uma busca e apreensão da PF na manhã da quarta-feira. O CEO e o ex-sócio, Luiz Rubini, estariam ligados a crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e fraudes bancárias que podem ultrapassar R$ 500 milhões.
Leia também: Lulinha manteve amizade com ex-sócio da Fictor investigado pela PF
De acordo com a Polícia Federal, a operação busca desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além de combater crimes de estelionato e lavagem de dinheiro.
As investigações apontam que os responsáveis pelo Grupo Fictor tiveram atuação central na estrutura e no esquema criminoso, funcionando como base de sustentação financeira e operacional da organização.
Segundo a Polícia Federal, os investigados na Operação Fallax podem responder por crimes como:
Caso todas as acusações sejam comprovadas, as penas somadas podem ultrapassar 50 anos de prisão para cada um dos envolvidos.
Conforme noticiado anteriormente pelo Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, ao todo, estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
Também foi determinado o bloqueio e o sequestro de bens, incluindo imóveis, veículos e ativos financeiros, até o limite de R$ 47 milhões, com o objetivo de descapitalizar o grupo investigado. Entre os bens estão:
Diante da crise vivida pela empresa, a instituição, em nota, o Grupo Fictor afirmou que, assim que a defesa de Rafael tiver acesso ao conteúdo da investigação, “prestará os esclarecimentos necessários às autoridades competentes com o objetivo de elucidar os fatos”.
Vale ressaltar que, antes mesmo da Operação Fallax, o Grupo Fictor já estava em crise após a tentativa de compra malsucedida do Banco Master, do ex-proprietário e preso pela PF, Daniel Vorcaro. Após isso, a instituição financeira anunciou um pedido de recuperação judicial para reorganizar a empresa.
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