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Futuro do Grupo Giorgio Armani ganha novos rumos enquanto herdeiros avaliam venda
Publicado 31/08/2026 • 13:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 31/08/2026 • 13:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Futuro do Grupo Giorgio Armani ganha novos rumos enquanto herdeiros avaliam venda
Um ano após a morte de Giorgio Armani, o futuro do grupo que leva seu nome continua no centro das atenções do mercado de luxo. A definição dos próximos passos depende dos herdeiros e da fundação criada pelo estilista, que agora precisam seguir as regras deixadas em testamento.
As possibilidades incluem a entrada de novos sócios, uma venda maior de participação nos próximos anos e até uma abertura de capital. Ao mesmo tempo, nomes como LVMH, L’Oréal e EssilorLuxottica aparecem entre os grupos mais próximos dessa discussão.
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De acordo com a WWD, as instruções deixadas por Giorgio Armani determinam a venda inicial de 15% da empresa entre 12 e 18 meses após a abertura do testamento. Conforme citado, entre os compradores preferenciais aparecem LVMH, EssilorLuxottica e L’Oréal.
O documento também permite considerar outras empresas do setor de moda e luxo com prestígio e alcance semelhante. A expectativa aponta o mês de setembro como possível início desse processo.
As informações apontam também para uma possibilidade discutida nos bastidores sobre dividir os 15% iniciais entre as três companhias citadas no testamento. Segundo uma fonte do setor, cada grupo poderia receber 5% do Grupo Armani.
Essa estratégia permitiria que LVMH, EssilorLuxottica e L’Oréal conhecessem melhor o negócio antes de uma eventual negociação maior. Além disso, a divisão evitaria uma preferência imediata por apenas um comprador. Até o momento, os herdeiros da empresa não confirmaram a movimentação.
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Siga o Times | CNBCO testamento também indicou caminhos para uma segunda etapa na empresa. Entre o terceiro e o quinto ano, os herdeiros e a Fundação Giorgio Armani poderão vender entre 30% e 54,9% da companhia ao mesmo comprador que participar da primeira operação.
Outra alternativa envolve um IPO, com preferência pelo mercado italiano, entre cinco e oito anos após a abertura do testamento. Dessa forma, a família não precisa decidir agora o destino definitivo do grupo.
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L’Oréal e EssilorLuxottica chegam às discussões com uma vantagem, já que ambas mantêm negócios antigos com o grupo. A L’Oréal controla a licença de fragrâncias e cosméticos da Armani, acordo que deve seguir até 2050.
Já a parceria com a EssilorLuxottica começou em 1988 e ganhou uma nova renovação em 2023, com prazo de mais 15 anos. Além disso, Giorgio Armani possuía quase 2% da EssilorLuxottica. Após sua morte, essa participação passou para Dell’Orco e familiares.
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