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Ibovespa B3 bate os 140 mil pontos e renova máxima histórica, em meio a falas de Galípolo
Publicado 19/05/2025 • 13:35 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 19/05/2025 • 13:35 | Atualizado há 1 ano
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Divulgação
Ibovespa
A queda dos índices de ações internacionais e das commodities jogou o Ibovespa B3 para baixo no início do pregão desta segunda-feira (19). A cautela externa ocorre em meio ao rebaixamento do rating dos Estados Unidos pela Moody’s e a dados divergentes da economia da China.
Porém, por volta das 12h55, o principal indicador da B3 testou alta e chegou a bater 140.022,15 pontos, enquanto investidores digerem a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em conferência do Goldman Sachs nesta manhã.
Entre as palavras, ele disse que “com desancoragem das expectativas de inflação e cenário, faz sentido permanecer com juro restritivo por mais tempo.” Para o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus, Galípolo tem se mostrado cada vez mais técnico, o que é bem-visto pelo mercado financeiro.
Segundo Bruna Sene, analista de renda variável da Rico, alguns fatores, principalmente externos, indicam que o mercado deve operar com cautela, refletindo as incertezas globais e locais. A alta recente do Índice Bovespa, que alcançou a marca inédita dos 139 mil pontos recentemente, também abre espaço para uma realização, estima em nota.
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O investidor ainda monitora os desdobramentos da gripe aviária no país e o impacto nas exportações do setor também devem pesar, em especial nas ações na B3. Vários países suspenderam as importações de frango do Brasil. Sinais sutis de arrefecimento da inflação brasileira ficam no radar.
Nesta segunda, o boletim Focus trouxe que a mediana do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) suavizado nos próximos 12 meses passou de 4,95% para 4,91%, mas segue acima do teto da meta de 4,50%. Já a estimativa mediana para a Selic no fim de 2025 continuou em 14,75% pela terceira semana consecutiva e seguiu em 12,50% para 2026.
Mas, levando em conta apenas as 72 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção intermediária passou para 12,25% – indicando maior espaço para afrouxar a política monetária no ano que vem.
Também hoje foi divulgado o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de março. Houve alta para 0,8%, quase no teto de 0,81% das projeções, após expansão de 0,43% em fevereiro. O indicador cresceu 1,30% no primeiro trimestre, reforçando resiliência da atividade.
Na sexta-feira, a Moody’s Ratings tirou o triplo A dos EUA, citando a dificuldade do país em controlar sua dívida. Por isso, o foco fiscal segue no radar em meio ainda à aprovação do pacote orçamentário de Donald Trump, de corte de impostos, que será votado no plenário nesta semana.
Também na sexta-feira, o Ibovespa B3 fechou com queda de 0,11%, aos 139.187,39 pontos, mas encerrou a semana com alta de 1,96% – o sexto ganho semanal seguido. “Depois de atingir recorde histórico na semana passada, podemos ter uma segunda-feira de maior cautela no mercado de ações”, estima Sene, da Rico, em nota.
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