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Ibovespa B3 dispara mais de 3 mil pontos, ultrapassa 165 mil pontos pela primeira vez e renova recordes
Publicado 14/01/2026 • 18:05 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 14/01/2026 • 18:05 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
O Ibovespa B3 teve um dia histórico nesta quarta-feira (14) e fechou em novo recorde, aos 165.145,98 pontos, com alta expressiva de 1,96%, o equivalente a mais de 3.100 pontos no pregão.
Ao longo do dia, o índice superou pela primeira vez na história a marca dos 165 mil pontos, atingindo também máxima intradiária inédita, consolidando um dos movimentos mais fortes do ano.
O desempenho foi impulsionado por um cenário internacional mais favorável ao risco, após dados de inflação nos Estados Unidos virem em linha com as expectativas, reforçando a percepção de que o Federal Reserve pode iniciar um ciclo gradual de cortes de juros ao longo de 2026.
Apesar da cautela ainda presente no exterior, o alívio nos rendimentos dos Treasuries e o apetite por mercados emergentes favoreceram os ativos brasileiros.
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Petróleo fecha em alta, acompanhando escalada de tensões e eventual intervenção dos EUA no Irã
No mercado local, ações de peso relevante no índice puxaram a alta. Vale avançou quase 5%, acompanhando a valorização do minério de ferro, enquanto Petrobras subiu mais de 2%, beneficiada pela recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional, em meio à escalada das tensões geopolíticas envolvendo o Irã. Papéis do setor aéreo também figuraram entre os mais negociados, com Gol em leve alta.
Entre as maiores altas, destacaram-se Coelce, Méliuz, MPM Corpóreos e Braskem, refletindo movimentos de recomposição de posições e busca por ativos mais descontados. Na outra ponta, ações como Fictor Alimentos e Azevedo & Travassos lideraram as perdas do dia.
O Ibovespa VIX recuou 3,32%, sinalizando redução da volatilidade implícita e maior confiança dos investidores no movimento de alta da Bolsa.
No câmbio, o dólar à vista encerrou em alta de 0,49%, cotado a R$ 5,40, após um dia de volatilidade. A moeda refletiu ajustes técnicos, fortalecimento do dólar no exterior e a cautela do mercado diante do noticiário político e institucional no Brasil, incluindo pesquisas eleitorais e novos desdobramentos envolvendo o setor bancário.
Mesmo com o avanço do dólar, o dia foi marcado por forte entrada de fluxo estrangeiro na Bolsa brasileira, reforçando o movimento de valorização do Ibovespa e consolidando um novo patamar histórico para o mercado acionário nacional.
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