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Brasil tenta destravar investimentos estrangeiros em infraestrutura durante encontro em Nova York, afirma Dal Pozzo
Publicado 05/05/2026 • 10:25 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 05/05/2026 • 10:25 | Atualizado há 1 hora
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O evento coloca o país em observação do mercado internacional, com foco na capacidade de transformar projetos de infraestrutura em contratos.
O Brasil entra no radar de grandes investidores globais nesta semana com a realização do FT Brasil Summit, em Nova York. O evento coloca o país sob observação direta do mercado internacional, com foco na capacidade de transformar projetos de infraestrutura em contratos executáveis, um dos principais pontos de atenção para o capital estrangeiro.
Mais do que o potencial dos ativos ou a escala dos projetos, investidores buscam garantias de segurança jurídica, previsibilidade regulatória e eficiência na resolução de conflitos. Esses fatores, segundo o advogado Augusto Dal Pozzo, especialista em infraestrutura e notável do Times Brasil Licenciado Exclusivo CNBC, passaram a pesar tanto quanto a rentabilidade em setores como saneamento, transporte e energia.
O desafio central, para Dal Pozzo, está na construção de um ambiente regulatório sólido, capaz de sustentar contratos de longo prazo – muitas vezes com duração de 20 a 30 anos. Em entrevista ao Pré-Market, do Times Brasil Licenciado Exclusivo CNBC, o notável afirmou que: “Sem uma base regulatória consistente, fica muito difícil lidar com os desafios que surgem ao longo da execução desses contratos”.
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Outro ponto-chave é a chamada matriz de risco, mecanismo que define como os riscos serão distribuídos entre as partes envolvidas. Em projetos de longa duração, eventos imprevisíveis – como a pandemia – evidenciam a importância de cláusulas claras e bem estruturadas. “Quanto mais elaborada e transparente for essa matriz, maior a confiança do investidor de que os riscos são gerenciáveis”, explicou.
Dal Pozzo destaca que o Brasil avançou na estruturação desses instrumentos, o que pode aumentar a atratividade do país. Ainda assim, a clareza contratual e a padronização de regras seguem como diferenciais decisivos na disputa por capital internacional.
O cenário macroeconômico também entra na equação. A estabilidade cambial e a condução da política monetária pelo Banco Central do Brasil, por meio do Comitê de Política Monetária, ajudam a reduzir incertezas e melhorar a percepção de risco – elemento central para investidores de longo prazo.
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Na avaliação do especialista, o momento é de mostrar maturidade institucional. “O Brasil precisa comunicar que está mais preparado para receber investimentos e lidar com desafios. Risco sempre vai existir – o investidor está acostumado com isso. A diferença está na capacidade de gerenciá-lo”, afirmou.
O encontro em Nova York também deve reforçar o interesse de investidores estrangeiros já presentes no país, como europeus e chineses, além de abrir espaço para novas parcerias. A expectativa é que o evento funcione como vitrine para demonstrar que o ambiente de negócios brasileiro evoluiu e está mais apto a atrair capital de longo prazo para infraestrutura.
Durante sua entrevista no Real Time, também do Times Brasil – Licencido Exclusivo CNBC, Augusto comenta sobre a razão do interesse internacional do Brasil: “segurança jurídica, previsibilidade regulatória e eficiência na solução de conflitos hoje pesam tanto quanto a rentabilidade”. Segundo o notável, o objetivo do evento é justamente esse. “A ideia é fazer com que tomadores de decisão se sintam mais confortáveis com o ambiente regulatório do Brasil.”
Além disso, Dal Pozzo analisa que o Brasil evoluiu nestes quesitos: “O Brasil está hoje muito mais preparado para enfrentar desafios, com maior eficiência regulatória”. Além disso, ele afirma que quanto mais histórias positivas o país tiver, maior será a confiança do investidor, destacando os benefícios da parceria entre os países: “essa união de forças é fundamental. […] A cooperação entre capital estrangeiro e empresas locais pode impulsionar o desenvolvimento econômico e social.”, termina.
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