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EXCLUSIVO: ‘Dr. Inovação’ defende produção nacional para baixar preços de remédios para emagrecimento
Publicado 15/09/2025 • 16:11 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 15/09/2025 • 16:11 | Atualizado há 10 meses
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O mundo está vivendo uma revolução na produção de medicamentos para emagrecimento que vai além do tratamento, mudando a economia e a forma como os médicos atuam, afirmou o fundador da Horuss AI, Pedro Batista, o “Dr. Inovação” em entrevista exclusiva ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“Essas medicações, como o Ozempic e o Wegovy, trazem uma mudança não somente no modelo de tratamento, mas também na produtividade médica e na economia como um todo, porque são tratamentos extremamente efetivos e rápidos, capazes de gerar uma perda significativa de peso em poucos meses, o que antes era impensável”, afirmou.
Ele destacou a importância do impacto econômico da obesidade e o quanto isso afeta o crescimento global. “Mesmo com todos os avanços da medicina, a obesidade continua sendo uma das doenças mais críticas, que consome uma grande parte dos recursos da saúde pública e privada, e pode causar prejuízos de trilhões de dólares até 2050, porque está ligada a várias complicações graves como infarto, diabetes e problemas renais, afetando diretamente a produtividade dos países”.
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Siga o Times | CNBCSobre o custo dos medicamentos, o doutor apontou os desafios da entrada dessas novas terapias no Brasil. “Apesar das grandes farmacêuticas terem reduzido os preços quando lançaram esses remédios aqui, o valor ainda é bastante elevado para a maioria dos brasileiros, com doses custando até R$ 3 mil, o que limita o acesso para boa parte da população que precisa, e esse é um problema que precisamos enfrentar com políticas e produção nacional”.
Batista ressaltou a importância da produção local para ampliar o acesso e reduzir preços. “A fábrica da EMS em Hortolândia é um exemplo do que o Brasil pode fazer: produzir medicamentos de alta tecnologia como a liraglutida e a semaglutida, que são voltados para obesidade e diabetes, e isso já começou a trazer resultados muito positivos, com vendas que superaram as expectativas e redução de custos entre 15% e 25%”.
De acordo com ele, o sucesso desses tratamentos depende do acompanhamento multidisciplinar. “Não é só entregar a medicação, o que muda o jogo é o médico orientar o paciente e contar com uma equipe multidisciplinar que vai acompanhar a perda de peso, ajustar a alimentação, atividade física e demais cuidados, garantindo que o tratamento seja eficaz e sustentável para a saúde do paciente”.
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