Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ataques iniciais buscam pressionar Irã e indicam fragilidade do regime, avalia especialista
Publicado 02/03/2026 • 14:03 | Atualizado há 1 uma semana
Mais três navios são atingidos no Golfo Pérsico enquanto o Irã alerta para petróleo a US$ 200
Plano de liberação recorde de petróleo indica que guerra no Oriente Médio pode durar meses
Boom e queda das ações de empresas de memória chegam ao fim com avanço da IA
Trump diz que vai usar Reserva Estratégica de petróleo para reduzir custos de energia na guerra contra o Irã
Ford lança nova IA para impulsionar Pro, um negócio comercial bilionário
Publicado 02/03/2026 • 14:03 | Atualizado há 1 uma semana
KEY POINTS
A atual escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã não representa o início de um novo conflito global, mas sim “um passo a mais” de um processo iniciado em 2023. A avaliação da advogada e especialista em compliance Mônica Rosenberg.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta segunda-feira (2), a especialista disse que a ofensiva busca pressionar Teerã a negociar por meio de ataques estratégicos a lideranças e estruturas militares. “A gente tem que lembrar que esse conflito não começou agora. É uma continuidade de um processo”, disse.
Leia também: EUA x Irã: quem são os principais políticos envolvidos no conflito armado
Para a especialista, declarações públicas do presidente Donald Trump fazem parte da estratégia de conflito e também refletem características pessoais. “Ele é muito reativo, gosta de bater no peito e dizer que é o melhor.”
Ainda assim, ressalta que a comunicação agressiva ocorre dos dois lados: “Quem está acuado sempre diz que não está acontecendo nada. Os Estados Unidos dizem ‘estamos arrebentando’.”
Rosenberg avalia que tanto Trump quanto Benjamin Netanyahu têm incentivos políticos internos para uma guerra curta. “São dois líderes que precisam que a guerra seja rápida, eficiente, que não custe muito dinheiro e tenha resultado positivo.”
Leia também: Entenda por que o conflito no Irã afeta as ações da Petrobras
Rosenberg afirma que o cenário atual indica fragilidade estrutural do governo iraniano. “O regime do aiatolá vai cair, é uma questão de tempo.” Ela acrescenta que já há discussões sobre sucessores após relatos de morte do líder supremo Ali Khamenei.
Segundo ela, a pressão não virá apenas externamente. “Há uma ruptura clara entre o regime e o povo iraniano, que está nas ruas desde 28 de dezembro com 30 mil pessoas mortas. Haverá uma pressão de baixo para cima por uma solução.”
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Justiça italiana mantém restrições para conceder cidadania e frusta 70 milhões de descendentes no Brasil
2
Abicom alerta para risco de faltar diesel no Brasil em abril
3
Wetzel protocola plano de recuperação extrajudicial após acordo com credores
4
Executivos estão adoecendo? O preço oculto da pressão nas empresas
5
Bancos pedem urgência em recurso que pode mudar destino da recuperação da Ambipar