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Brasil monitora impacto da guerra na distribuição de medicamentos
Publicado 22/03/2026 • 10:08 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 22/03/2026 • 10:08 | Atualizado há 2 meses
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Marcello Casal JrAgência Brasil
A escalada do conflito no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, passou a preocupar também o setor de saúde pela possibilidade de impactos na cadeia global de medicamentos. O alerta foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que afirmou que a situação está sob monitoramento.
“Toda a guerra faz mal à saúde. Ela mata pessoas, mata inocentes, destrói unidades de saúde e ela pode afetar a cadeia de distribuição global”, disse neste sábado (21), durante visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB).
Segundo o ministro, apesar do cenário de tensão, não há, até o momento, impacto nos custos logísticos de distribuição de medicamentos. A pasta segue acompanhando a evolução do conflito e seus possíveis desdobramentos.
Desde o início dos ataques, no fim de fevereiro, o principal efeito econômico tem sido observado no mercado de petróleo. O preço do barril chegou a US$ 120, em meio a episódios de forte volatilidade. O insumo é base não apenas da indústria de combustíveis, mas também de diversos setores, incluindo a produção de medicamentos.
Analistas não descartam novas altas, sobretudo diante das incertezas envolvendo o transporte da commodity pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica sob influência iraniana e responsável por cerca de 25% do fluxo global de petróleo.
Padilha afirmou ainda ter discutido o tema com autoridades da China e da Índia, principais produtores de insumos farmacêuticos. Segundo ele, eventuais restrições nas rotas comerciais podem afetar a oferta global.
“Esse risco existe. A base inicial de muitos medicamentos é de produtos derivados do petróleo. Então, se você tem um aumento do preço do petróleo internacional, se você dificulta a chegada do petróleo nos países que mais fazem essas matérias-primas, como a China e a Índia, a guerra pode afetar isso”, afirmou.
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