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Confrontos em protesto contra o G7 na Suíça terminam com 549 detidos em Genebra

Publicado 15/06/2026 • 15:59 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • O protesto reuniu entre 20 mil e 30 mil participantes, segundo estimativas divergentes da polícia e dos organizadores, e registrou confrontos envolvendo cerca de 600 integrantes do chamado "black block".
  • A polícia relatou atos de vandalismo e ataques a agências bancárias durante a marcha. Um agente sofreu ferimentos leves na operação.
  • Enquanto autoridades de Genebra classificaram a atuação policial como proporcional e eficaz, a coalizão organizadora NoG7 acusou as forças de segurança de repressão excessiva e de contribuir para a escalada dos distúrbios.

Foto: AFP

Um total de 549 pessoas foram detidas durante a manifestação em massa realizada neste domingo (14) contra o G7 em Genebra, que resultou em graves confrontos entre manifestantes e as forças de segurança suíças.

Do total de pessoas detidas, 28 foram levadas para a delegacia para interrogatório. Três delas permanecem sob custódia, segundo informou a Polícia Cantonal de Genebra.

A manifestação reuniu cerca de 20.000 pessoas, segundo a polícia; 30.000, segundo a coalizão organizadora, NoG7. Cerca de 600 membros do “black block”, participantes da marcha, causaram destruição e atacaram agências bancárias. Um policial sofreu ferimentos leves durante a operação.

A conselheira de Estado de Genebra, Carole-Anne Kast, responsável pelo Departamento de Instituições e Tecnologia Digital (DIN), defendeu a atuação policial. “Na minha opinião, a estratégia policial foi quase perfeita” e “muito proporcionada”, afirmou ela em entrevista ao ‘Le Temps’.

“A polícia fez todo o possível para minimizar o impacto sobre os manifestantes pacíficos, a ponto de a vanguarda da manifestação ter conseguido completar quase todo o percurso”, argumentou.

A manifestação estava autorizada até às 22h30, mas foi dispersada pouco depois das 18h “para evitar que todos permanecessem reunidos no parque Mon Repos antes que os agitadores se juntassem a eles”.

O cordão policial permaneceu até aproximadamente as 6h da manhã. A medida tinha como objetivo realizar controles, mas impediu que quem estava dentro do perímetro pudesse sair. Ao ser questionada sobre o assunto, Kast argumentou que “não é o momento de tirar conclusões nem fazer avaliações”.

Por outro lado, a coalizão NoG7 denunciou uma intervenção “totalmente desproporcional”. “Houve uma repressão policial totalmente desproporcional”, declarou a secretária sindical do sindicato suíço SIT, Alice Lefrançois, que criticou a “intimidação policial”. “Os distúrbios foram agravados pela polícia, que provocou a escalada”, afirmou em declarações à emissora suíça RTS.

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