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Cortes de voos nos EUA incluem maiores companhias aéreas e podem aumentar nos próximos dias
Publicado 07/11/2025 • 16:23 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 07/11/2025 • 16:23 | Atualizado há 1 mês
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Shutdown chegou ao fim nos EUA
As companhias aéreas dos Estados Unidos reduziram 4% dos voos em 40 aeroportos nesta sexta-feira (7), após uma medida inédita do governo para limitar operações devido a preocupações de segurança no controle de tráfego aéreo durante o prolongado shutdown federal. A ação afetou cerca de 700 voos das quatro maiores empresas do país: American Airlines, Delta Air Lines, Southwest Airlines e United Airlines.
O plano prevê cortes progressivos, que devem subir para 6% na terça-feira e chegar a 10% em 14 de novembro, caso o impasse político persista. Os cancelamentos, porém, não se aplicam a voos internacionais, segundo a administração federal.
O CEO da American Airlines, Robert Isom, afirmou que a primeira fase da redução não deve causar grandes transtornos aos passageiros, mas alertou que aumentos posteriores poderão se tornar “problemáticos”. A empresa registrou 220 voos cancelados no dia, afetando 12 mil passageiros, a maioria já realocada após algumas horas.
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A United Airlines informou que cerca de metade dos clientes afetados conseguiu ser reacomodada em até quatro horas. A companhia cancelou 184 voos na sexta-feira, com previsões de redução para 168 no sábado e 158 no domingo, refletindo o volume menor da malha do fim de semana.
A decisão de cortar voos foi revisada pelo Departamento de Transporte, cujo titular, Sean Duffy, inicialmente havia proposto uma redução imediata de 10%, mas optou por uma implementação gradual após avaliações internas. A pasta citou relatos crescentes de falhas de separação entre aeronaves, incursões em solo e sinais de sobrecarga entre controladores de tráfego aéreo.
A FAA divulgou a lista completa de aeroportos afetados apenas na noite anterior ao início das restrições, rejeitando em grande parte as preocupações das empresas. O setor também enfrenta o impacto de altas taxas de ausência entre controladores, que alcançam 20% a 40% por dia, segundo o administrador da agência, Bryan Bedford.
Com a paralisação do governo já somando 38 dias, cerca de 13 mil controladores e 50 mil agentes de segurança continuam trabalhando sem remuneração. A FAA relatou atrasos em seis aeroportos devido à falta de pessoal e informou que está limitando lançamentos espaciais e avaliando possíveis cortes de até 10% em voos de aviação geral em terminais de tráfego elevado.
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