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Dirigentes do Fed destacam divergências internas e alertam para efeitos da tecnologia na política monetária
Publicado 31/10/2025 • 17:21 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 31/10/2025 • 17:21 | Atualizado há 6 meses
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A avaliação do presidente do Federal Reserve (Fed) de Atlanta, Raphael Bostic, é que o posicionamento recente de Jerome Powell, atual líder do Fed, representa fielmente a diversidade de opiniões do comitê responsável pelas decisões de política monetária nos Estados Unidos. Bostic considerou positiva a declaração de Powell de que a decisão de dezembro está longe de ser garantida, reforçando a imprevisibilidade do cenário. “Cada encontro é ao vivo; não fiquem à frente de nós”, afirmou Bostic.
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Durante um evento promovido pela unidade do Fed de Dallas, nesta sexta-feira (31), Bostic destacou que a pluralidade de opiniões dentro do comitê é um reflexo saudável do momento. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, também participou e observou que as divergências indicam falta de consenso sobre qual seria a resposta ideal para a condução dos juros. Segundo Hammack, opiniões podem mudar inclusive durante as deliberações do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC).
Powell havia dito, na quarta-feira (29), que ainda não é possível medir o impacto de um eventual shutdown sobre as taxas de juros na próxima reunião, embora tenha ressaltado que um novo corte não é “inevitável”. Na última decisão, o Fed optou por um corte na taxa, apesar de ter havido divergências dentro do colegiado, com um membro defendendo a manutenção dos juros e outro propondo corte ainda maior.
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Bostic comentou ainda que, diante de mudanças estruturais como o avanço da inteligência artificial, a política monetária pode perder parte de sua eficácia. Ele afirmou: “Mudanças tecnológicas podem mudar a demanda por emprego”. Hammack acrescentou que, desde setembro, os indicadores não apontam de forma clara para uma mudança no mercado de trabalho causada pela demanda, mas ela percebe alguns sinais de fragilidade, como anúncios de demissões.

Hammack ressaltou que a inflação atualmente é mais ampla que apenas as tarifas, com setores como eletricidade e seguros também exercendo influência. “As tarifas são apenas uma peça do quebra-cabeça da inflação; também há a eletricidade e os seguros”, explicou. Bostic abordou o impacto do setor de seguros nos preços, especialmente em um contexto de mudanças climáticas, que têm levado as seguradoras a reajustar suas apólices.
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