Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Dólar fecha a R$ 5,20 e atinge maior cotação desde março
Publicado 24/06/2026 • 17:41 | Atualizado há 2 meses
Ações da SpaceX se recuperam e se aproximam do preço do IPO de US$ 135
Negócio de licenciamento imobiliário de Trump no exterior dispara para US$ 59,5 milhões com pagamentos de incorporadoras do Golfo
OpenAI reforça controles sobre novo modelo por riscos de cibersegurança em meio a debate sobre segurança de I.A
Irã endurece exigências para reabrir Ormuz, enquanto Trump aposta em pressão econômica
Preços do petróleo sobem em meio à incerteza sobre acordo entre EUA e Irã para o Estreito de Ormuz
Publicado 24/06/2026 • 17:41 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash
O dólar fechou em alta nesta quarta-feira (24), pressionado pela maior aversão global a risco e pela expectativa de juros mais altos nos Estados Unidos.
A moeda americana subiu 0,29% no câmbio comercial e encerrou cotada a R$ 5,202 para venda, no maior valor desde 30 de março. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,22.
A alta ocorre em meio à recomposição do dólar nas últimas semanas. Desde a mínima do ano, quando chegou a R$ 4,89 na primeira semana de maio, a moeda já acumula valorização de cerca de 6%.
O movimento recente tem sido influenciado por fatores domésticos e externos. No Brasil, investidores acompanham o cenário político, a corrida presidencial e as dúvidas sobre os próximos passos da política monetária. No exterior, o foco está na possibilidade de novos aumentos de juros nos Estados Unidos e nas dúvidas sobre a rentabilidade de investimentos em inteligência artificial.
Leia também: Ouro recua após alta do dólar e apostas em juros nos EUA
A cautela ganhou força após a última decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). Na semana passada, a autoridade monetária manteve os juros na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, na primeira reunião conduzida por Kevin Warsh.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCApesar da manutenção da taxa, o tom mais duro do comunicado e das projeções dos dirigentes reforçou a leitura de que os juros americanos podem seguir elevados por mais tempo — e até voltar a subir nos próximos trimestres.
Juros mais altos nos Estados Unidos tendem a fortalecer o dólar globalmente, ao aumentar a atratividade dos títulos americanos e reduzir o apetite por ativos de maior risco, como moedas de países emergentes.
Leia também: Ibovespa abre em alta de 1% nesta segunda (22); dólar cai para R$ 5,13 com avanço de negociações entre Irã e EUA
Ao longo da sessão, a queda do petróleo ajudou a limitar parte da pressão sobre o real. A commodity recuou para o menor patamar desde o início da guerra, reduzindo temores sobre inflação global e custos de energia.
Mesmo assim, o ambiente externo seguiu desfavorável para moedas emergentes, enquanto a bolsa brasileira também foi afetada pela maior cautela dos investidores.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
2
BYD processa portal jornalístico e tenta calar reportagem sobre origem chinesa da marca
3
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador
4
Futebol italiano perde espaço na elite europeia em meio a crise financeira e estrutural
5
Master Capixaba: Apex Partners – sócia da CVC – consegue proteção judicial para não pagar R$ 985 milhões em dívidas