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Em Davos, Trump lança Conselho de Paz e volta a criticar a ONU
Publicado 22/01/2026 • 07:48 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 22/01/2026 • 07:48 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, formalizou nesta quinta-feira (22), durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, a criação do chamado Conselho de Paz, iniciativa que se propõe a atuar na prevenção e na mediação de conflitos globais.
Segundo autoridades americanas, cerca de 35 países já confirmaram adesão ao projeto, enquanto mais de 50 foram convidados a participar — inclusive Lula, que ainda não respondeu ao convite.
Em seu discurso, Trump voltou a criticar a Organização das Nações Unidas. “Eu nunca nem falei com a ONU. Eles tinham um potencial tremendo”, afirmou. Ainda assim, disse que o conselho manterá diálogo “com muitos outros, inclusive a ONU”.

Entre os países que confirmaram participação estão Paquistão, Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita, Catar e Kuwait, de acordo com comunicados oficiais. Israel, Hungria e Bielorrússia também anunciaram adesão.
“Este é um grupo de líderes que prezam pela ação, e o presidente dos Estados Unidos é um presidente de ação, que faz as coisas acontecerem. E hoje é o início disso, de uma nova era e uma nova etapa que consideramos muito importante como modelo para o resto do mundo do que é possível”, disse Trump.
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O desenho institucional do conselho tem gerado preocupação entre aliados. Trump sugeriu que a nova entidade poderia, no futuro, substituir as Nações Unidas. Pelo estatuto, o presidente americano presidirá o órgão e só poderá deixar o cargo por renúncia voluntária ou por incapacidade, a ser declarada por voto unânime do conselho executivo.
O documento prevê mandatos de até três anos para os Estados-membros, com exceção dos países que contribuírem com mais de US$ 1 bilhão, valor que garantiria uma participação permanente. Ainda não está claro se algum dos países aderentes concordou com essa exigência financeira.
O conselho executivo vai ter, entre seus membros fundadores, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio; o enviado especial Steve Witkoff; Jared Kushner, genro de Trump; o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair; e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga.
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