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Embaixador da Venezuela denuncia violação do direito internacional na ONU
Publicado 05/01/2026 • 15:42 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 05/01/2026 • 15:42 | Atualizado há 10 meses
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REUTERS/Brendan McDermid
O embaixador da Venezuela nas Nações Unidas, Samuel Reinaldo Moncada Acosta, fala enquanto segura um artigo de jornal, durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre os ataques dos EUA e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, na sede das Nações Unidas em Nova York, EUA, 5 de janeiro de 2026.
O embaixador permanente da Venezuela na Organização das Unidas (ONU), Samuel Moncada, acusou os Estados Unidos de uma flagrante violação à integridade territorial e independência política do país com os ataques do último sábado, dia 0, e que culminaram na queda do ditador Nicolás Maduro.
“O dia 3 de janeiro de 2026 é uma data de profunda importância histórica, não só para a Venezuela, mas para o sistema internacional. Nesse dia, na América, a Venezuela foi alvo de um ataque armado ilegítimo, sem qualquer justificativa legal, por parte do governo dos Estados Unidos”, disse Moncada durante reunião de emergência do Conselho de Segurança (CS) da ONU (CSNU), nesta segunda-feira, 5.
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Siga o Times | CNBCSegundo Moncada, os acontecimentos de 3 de janeiro constituem uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, perpetrada pelo governo dos EUA, em particular a violação do princípio da igualdade soberana dos Estados, da proibição absoluta do uso ou da ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado. Ele disse ainda que a ação capitaneada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, foi uma direta violação do direito internacional.
“O desrespeito a essa norma não afeta apenas a Venezuela, mas também estabelece um precedente extremamente perigoso para todos os Estados representados nesta assembleia, independentemente de seu tamanho, poder ou alianças”, disse o embaixador da Venezuela.
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