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Petróleo fecha em alta com tensão no Oriente Médio e acumula ganho de mais de 9% na semana
Publicado 04/09/2026 • 16:45 | Atualizado há 20 minutos
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Publicado 04/09/2026 • 16:45 | Atualizado há 20 minutos
KEY POINTS
Os contratos futuros de petróleo encerraram a sexta-feira (4) em alta, em meio à atenção dos investidores aos desdobramentos no Oriente Médio. As trocas de ataques no Golfo Pérsico impulsionaram os preços da commodity ao longo da semana, enquanto cresce a preocupação com a possibilidade de restrições prolongadas aos fluxos de petróleo pela região.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para outubro subiu 0,2%, ou US$ 0,18, e terminou o pregão a US$ 91,48 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para novembro avançou 0,8%, equivalente a US$ 0,76, para US$ 96,28 por barril.
Com o desempenho da semana, o WTI acumulou alta de 9,7%, enquanto o Brent avançou 9,3%. Para os dois contratos, esse foi o maior ganho semanal desde meados de julho.
Analistas do ANZ avaliaram que o mercado de energia entra em uma fase delicada de adaptação. Segundo a análise, os estoques elevados de petróleo ajudaram a absorver o choque inicial de oferta provocado pela crise.
Leia mais: Ouro encerra em queda de mais de 1% com dados de emprego dos EUA
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Siga o Times | CNBCO desafio, de acordo com os analistas, passa a ser manter o equilíbrio entre oferta e demanda à medida que essas reservas diminuem.
Nos Estados Unidos, o contexto da guerra também tem repercussões sobre os preços dos combustíveis. O Tesouro norte-americano implementou sanções contra empresas turcas que, segundo a acusação mencionada, possuem supostos vínculos com o regime iraniano.
O preço médio do diesel no país atingiu um recorde na sexta-feira, a US$ 5,85 por galão. A alta já pressiona os custos de transporte e começa a chegar aos consumidores por meio de sobretaxas cobradas em entregas e de preços mais elevados de produtos, especialmente alimentos.
No mesmo contexto de pressão sobre o mercado de energia, negociadores dos Estados Unidos devem viajar nos próximos dias para Moscou e Kiev. A iniciativa tem como objetivo realizar uma nova tentativa de destravar as negociações para encerrar a guerra na Ucrânia.
Paralelamente, a China defende um aprofundamento da cooperação energética com a Rússia.
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