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Petróleo recua com investidores avaliando tensões no Oriente Médio e ataques do Irã mantêm mercados em alerta

Publicado 04/05/2026 • 22:39 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Preços do petróleo caíram nesta terça-feira, após fortes ganhos na sessão anterior
  • Investidores seguem avaliando o risco de interrupções imediatas na oferta diante das tensões entre EUA e Irã
  • Trégua frágil entre Estados Unidos e Irã mostrou sinais de colapso na segunda-feira
Petroleira

Foto: Freepik

Crise do petróleo vai além do preço: o que está por trás da alta e do risco global

Os preços do petróleo recuaram após fecharem em forte alta na segunda-feira, à medida que investidores continuam avaliando o risco de interrupções imediatas na oferta diante da retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã.

Os contratos futuros do Brent, referência internacional, para entrega em julho caíram 0,60%, para US$ 113,77 por barril nesta terça-feira, enquanto o WTI, referência nos Estados Unidos, recuou 1,35%, para US$ 105,06 por barril. Na sessão anterior, o Brent e o WTI haviam avançado 6% e 4%, respectivamente.

Uma trégua considerada frágil entre os dois países esteve próxima de ruir na segunda-feira, após os Emirados Árabes Unidos serem atingidos por drones e mísseis iranianos, enquanto Washington afirmou ter afundado embarcações iranianas no Estreito de Ormuz.

Em entrevista à Fox News, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã seria “varrido da face da Terra” caso atacasse navios americanos responsáveis por proteger o tráfego comercial na região.

Em publicação na rede Truth Social, Trump também afirmou que um navio de carga sul-coreano foi alvo de ataques na via marítima e sugeriu maior envolvimento do país. “Talvez seja hora de a Coreia do Sul se juntar à missão”, escreveu.

Os estoques globais de petróleo ainda não atingiram níveis críticos, mas a velocidade de redução e a distribuição desigual entre regiões aumentam o risco de escassez localizada, apontou o Goldman Sachs em relatório divulgado na segunda-feira.

Segundo o banco, os estoques de fácil acesso de derivados refinados estão sendo consumidos rapidamente, especialmente em insumos petroquímicos como nafta e GLP, além de combustível de aviação.

O CEO da Chevron, Mike Wirth, alertou que a falta de combustíveis já preocupa algumas regiões, diante do fechamento do estreito. “Não se trata apenas de preço. A questão é se conseguiremos ter acesso ao combustível”, afirmou em entrevista à CNBC durante a conferência do Milken Institute Global Conference.

O total de estoques globais de petróleo, incluindo crude e derivados armazenados em terra e no mar, é estimado em cerca de 101 dias de demanda atualmente e pode cair para 98 dias até o fim de maio, segundo o Goldman Sachs. Embora o nível ainda esteja acima dos limites de emergência, os dados agregados escondem escassez mais intensa em regiões e produtos específicos, especialmente onde restrições de exportação limitam a oferta.

De acordo com os analistas do banco, há maior risco de escassez de derivados em países como África do Sul, Índia, Tailândia e Taiwan.

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