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‘Se subirem, subiram’, diz Trump sobre aumento dos preços da gasolina com conflito no Oriente Médio
Publicado 05/03/2026 • 17:30 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 05/03/2026 • 17:30 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou o impacto do conflito com o Irã no custo dos combustíveis domésticos, priorizando o desfecho da operação militar sobre as flutuações econômicas.
O republicano demonstrou indiferença quanto à alta nos preços das bombas, argumentando que os valores devem retroceder com agilidade assim que as hostilidades cessarem e que a segurança nacional precede oscilações inflacionárias pontuais.
“Eles cairão muito rapidamente quando isso acabar e, se subirem, subiram”, declarou o mandatário, enfatizando que a ofensiva estratégica possui uma relevância superior ao custo da gasolina.
Essa nova postura marca uma guinada no discurso presidencial, considerando que Trump celebrou publicamente a redução dos preços de energia em um pronunciamento recente.
Analistas americanos sugerem que a manutenção de preços elevados pode fragilizar a base republicana nas eleições de meio de mandato (midterms), marcadas para novembro, dado que o eleitorado já demonstra insatisfação com o custo de vida e a condução da economia.
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Embora a Casa Branca preveja que a campanha militar dure entre quatro e cinco semanas, especialistas em defesa questionam a viabilidade desse prazo e a ausência de um objetivo final claro.
Trump descartou, por ora, a utilização das Reservas Estratégicas de Petróleo para conter a inflação energética. O presidente demonstrou convicção de que o Estreito de Ormuz permanecerá operante para o transporte global de óleo, fundamentando sua confiança no fato de a marinha iraniana ter sido enviada ao “fundo do mar” pelas forças americanas.
Desde o início dos bombardeios no último sábado (28), os preços globais do petróleo saltaram 16%, refletindo a instabilidade no fornecimento vindo do Oriente Médio.
Nos EUA, a média nacional do galão de gasolina subiu para US$ 3,25 (cerca de R$ 17,13, na cotação atual), um acréscimo de 27 centavos de dólar em apenas uma semana, atingindo um patamar superior ao registrado no mesmo período do ano passado.
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