Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Importações brasileiras enfrentarão tarifa efetiva de 30,8% nos EUA, diz Goldman Sachs
Publicado 31/07/2025 • 12:14 | Atualizado há 9 meses
Waymo faz recall de 3,8 mil robotáxis após falha permitir entrada em ruas alagadas
Google acelera integração do Gemini ao Android antes de nova ofensiva de IA da Apple
eBay rejeita proposta de aquisição de US$ 56 bilhões da GameStop
Traders tratam gigante tradicional de tecnologia como a próxima ‘meme stock’
Casa Branca diz que IA ainda não elimina empregos, apesar de demissões no setor de tecnologia
Publicado 31/07/2025 • 12:14 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Sede da Goldman Sachs
Reprodução: Wikipedia
A tarifa efetiva aplicada às exportações brasileiras deve cair de 36,8% para 30,8%, graças às 694 isenções incluídas no decreto, segundo relatório do Goldman Sachs divulgado na quarta-feira (30). As exceções preservam setores como peças de aeronaves, metais específicos, energia, suco de laranja, castanhas e fertilizantes. Já produtos como café, carnes e frutas seguem sujeitos à tarifa integral.
Segundo o banco, se o Brasil não adotar medidas de retaliação, o efeito líquido da tarifa pode representar uma perda de 0,25 ponto percentual no Produto Interno Bruto (PIB), dos quais 0,1 ponto já estava incorporado nas projeções anteriores.
O impacto poderá ser atenuado por meio de medidas fiscais e de crédito para setores exportadores mais afetados, além da busca por mercados alternativos.
A participação das exportações brasileiras no PIB é inferior a 20%, e os embarques para os EUA representam cerca de 2% da economia (US$ 42,7 bilhões, ou 12,6% do total exportado pelo Brasil).
O banco optou por não revisar, por ora, sua projeção de crescimento de 2,3% para o PIB brasileiro em 2025, mas observa que os riscos estão inclinados para cima devido à incerteza sobre o cenário final de tarifas.
Caso o Brasil decida retaliar, o impacto pode ser mais severo, atingindo tanto a atividade econômica quanto a inflação. Entre as possíveis medidas em estudo estão a taxação de dividendos pagos a empresas norte-americanas, suspensão de patentes e restrições a serviços digitais dos EUA, como streaming. Ainda assim, entidades empresariais têm pressionado o governo brasileiro a negociar e evitar o agravamento da disputa.
Embora as autoridades brasileiras tenham indicado disposição tanto para negociar quanto para retaliar, o Goldman Sachs avalia que a postura tem sido pouco proativa. Não está claro, segundo o banco, quais concessões o Brasil estaria disposto a oferecer na mesa de negociações, como a abertura de seu mercado interno.
—
📌ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
BC multa Banco Topázio em R$ 16,2 milhões, veta operações com cripto e põe outras instituições no radar
2
Linha do tempo: como os sócios da Naskar abandonaram a sede e sumiram com o dinheiro de investidores
3
Rombo contábil de R$ 5 bilhões na Aegea afeta Itaúsa e adia planos de IPO
4
Ex-jogador de vôlei e ex-ESPN está entre sócios da Naskar, fintech que sumiu com quase R$ 1 bilhão de clientes
5
Como gigantes do e-commerce pressionaram o Elo7? Entenda o que aconteceu