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Alexandre Padilha: restrições de Trump não vão impedir acordos na saúde
Publicado 28/09/2025 • 10:51 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 28/09/2025 • 10:51 | Atualizado há 7 meses
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Alexandre Padilha, ministro da Saúde
Fátima Meira/Enquadrar/Estadão Conteúdo
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que as restrições impostas pelo governo norte-americano não impedirão o Brasil de firmar acordos na área da saúde. Segundo ele, as medidas podem atrasar encontros, mas não bloqueiam o avanço das parcerias.
“Eles até podem restringir a circulação de um ministro, mas não podem restringir a ideia”, disse Padilha durante visita ao Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro, onde acompanhou obras e a inauguração de novas alas.
O governo de Donald Trump impôs limites à presença de Padilha em solo americano durante a Assembleia Geral da ONU, restringindo seus deslocamentos a locais oficiais. A esposa e a filha do ministro tiveram vistos cancelados no mês passado.
Questionado sobre os efeitos do tarifaço de Trump, o ministro disse que as medidas atingem a indústria exportadora brasileira, sobretudo fabricantes de equipamentos e insumos da saúde bucal. Segundo ele, o governo já articula soluções com o BNDES e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para proteger empregos e abrir novos mercados.
Padilha afirmou ainda que a pressão externa incentiva a produção nacional de medicamentos, como insulina, e que empresas americanas continuam interessadas em transferir tecnologia ao Brasil.
O ministro destacou a parceria com empresas dos EUA para produzir a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de infecções respiratórias graves em bebês. O imunizante estará disponível no SUS a partir de novembro.
“Essas empresas investem ainda mais no Brasil, transferem tecnologia e ajudam a gerar renda, empregos e inovação”, afirmou Padilha.
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Durante a visita, o ministro apresentou o Implanon, implante contraceptivo usado para prevenir a gravidez, que custa de R$ 3 mil a R$ 5 mil em clínicas privadas. O SUS distribuirá 500 mil unidades até o fim de 2025 e 1,8 milhão até 2026, de forma gratuita.
“Vai ser mais uma forma das mulheres poderem organizar a sua vida e reduzir a gravidez na adolescência”, disse.
Padilha cumpriu agenda em hospitais do Rio e da Baixada Fluminense. No Hospital Federal do Andaraí, foram reabertos o Centro de Tratamento de Queimados, o serviço de ortopedia e a cozinha, fechada há mais de dez anos.
O hospital integra o Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais, que prevê R$ 600 milhões em investimentos para ampliar atendimento e reduzir filas de cirurgias. Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, 30% das obras já foram concluídas e a expectativa é finalizar a reestruturação até o primeiro trimestre de 2026.
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