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Vídeo de ministério da China sinaliza que Pequim não se curvará às tarifas dos EUA
Publicado 29/04/2025 • 09:45 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 29/04/2025 • 09:45 | Atualizado há 1 ano
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Cido Coelho/Times Brasil | CNBC/Imagem gerada por IA
O Ministério das Relações Exteriores da China divulgou um vídeo que parece enviar a mensagem de que a segunda maior economia do mundo não recuará no atual impasse comercial com os EUA, em meio a esperanças tímidas de uma eventual redução nas tensões tarifárias.
Em um curto vídeo intitulado “Nunca se Ajoelhe!”, divulgado pelo ministério nesta terça-feira (29), um narrador diz que os EUA provocaram uma “tempestade tarifária global”, mirando Pequim ao jogar um “jogo de pausa de 90 dias” com outros países e forçá-los a limitar o comércio com a China.
No último dia 9, o presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou uma suspensão de 90 dias de tarifas recíprocas para todos os parceiros comerciais, exceto a China. Pequim impôs tarifas de 125% ao produtos americanos, em retaliação às tarifas de 145% de Washington a produtos chineses.
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Secretário do Tesouro dos EUA, Bessent, diz que cabe à China ‘desescalar’ as tensões comerciais
Recentemente, a adoção de uma retórica mais suave por Trump em relação à China gerou certo otimismo sobre a possibilidade de um acordo. Autoridades chinesas sinalizaram que a porta está aberta para negociações, mas não sob coação, e ainda não está claro se houve algum progresso.
O vídeo desta terça apareceu na conta oficial do Ministério das Relações Exteriores chinês no Weibo depois de o secretário do Tesouro, Scott Bessent, dizer à CNBC que cabe à China reduzir as tensões.
“Acredito que cabe à China reduzir as tensões, porque eles vendem cinco vezes mais para nós do que nós vendemos para eles”, disse Bessent à emissora americana, classificando as tarifas de insustentáveis.
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Siga o Times | CNBCCitando disputas anteriores entre os EUA e outros países, o vídeo chinês diz também que “concessões não trazem misericórdia” e que “ajoelhar-se somente atrai mais intimidação”.
* Com informações da Dow Jones Newswires.
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