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Trump rebate críticas sobre popularidade e pede volta da Rússia ao G8
Publicado 19/06/2026 • 18:45 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 19/06/2026 • 18:45 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender a reintegração da Rússia ao grupo das principais economias industrializadas do mundo e afirmou que a exclusão de Moscou do então G8 foi um erro que pode ter contribuído para o surgimento da guerra na Ucrânia.
Durante entrevista ao programa The Axios Show, o republicano argumentou que a presença da Rússia no fórum poderia ter criado um ambiente mais favorável ao diálogo entre as potências globais. Na avaliação dele, a decisão de retirar o país do bloco após a anexação da Crimeia, em 2014, teve consequências negativas para a estabilidade internacional.
Trump atribuiu a exclusão principalmente ao ex-presidente Barack Obama e afirmou que a permanência da Rússia no grupo poderia ter alterado o curso dos acontecimentos que levaram ao conflito entre Moscou e Kiev.
Além dos temas internacionais, Trump rejeitou análises que apontam desgaste político em seu segundo mandato. O presidente afirmou que continua registrando índices elevados de aprovação e contestou pesquisas que sugerem perda de influência junto ao eleitorado americano.
Segundo ele, o padrão histórico de enfraquecimento enfrentado por presidentes durante o segundo mandato não se aplica ao atual governo. Trump afirmou ainda que venceria qualquer eventual adversário democrata por ampla margem eleitoral.
O republicano também afastou a ideia de que sua administração esteja entrando na reta final. Segundo Trump, ainda restam mais de dois anos e meio de governo, período que pretende utilizar para implementar projetos que considera estratégicos para o país.
Na entrevista, o presidente indicou que continua focado em iniciativas de longo alcance e não vê seu mandato em fase de encerramento.
Trump aproveitou a conversa para elogiar o presidente da França, Emmanuel Macron, pela organização da recente reunião do G7. Segundo ele, o líder francês conduziu um encontro produtivo e sem atritos relevantes entre os participantes.
O presidente americano classificou o trabalho de Macron como “fantástico” e destacou o ambiente de cooperação observado durante a cúpula.
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