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Viagem de Donald Trump à China reúne nomes estratégicos; veja quem são

Publicado 12/05/2026 • 18:40 | Atualizado há 6 minutos

KEY POINTS

  • A viagem, prevista para ocorrer em meio ao aumento das tensões entre Washington e Pequim.
  • A expectativa é que os encontros também tratem de temas estratégicos, como inteligência artificial e exportações de tecnologia.
  • O governo americano avalia que a participação dos CEOs pode ajudar a reduzir resistências e facilitar negociações.
Donald Trump

Brendan Smialowki / AFP

Quem vai à China com Donald Trump e por quê?

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embarca nesta semana para a China acompanhado de alguns dos empresários mais influentes do mundo.

A viagem, prevista para ocorrer em meio ao aumento das tensões entre Washington e Pequim, deve reunir executivos dos setores de tecnologia, finanças, indústria e defesa em encontros com o presidente chinês, Xi Jinping.

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A iniciativa da Casa Branca busca fortalecer negociações comerciais e abrir espaço para novos acordos bilionários entre empresas americanas e chinesas, de acordo com a CNBC.

A expectativa é que os encontros também tratem de temas estratégicos, como inteligência artificial, exportações de tecnologia, disputa por minerais raros, Taiwan e os impactos da guerra envolvendo o Irã.

Quem vai à China com Donald Trump?

Entre os convidados está Elon Musk, que mantém interesses diretos no mercado chinês por meio da Tesla. A montadora possui uma de suas principais fábricas em Xangai e depende da China tanto para produção quanto para vendas.

Outro nome confirmado é Tim Cook. A Apple mantém grande parte de sua cadeia de produção em território chinês e acompanha com preocupação as disputas comerciais e tecnológicas entre os dois países.

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Também participará da viagem Larry Fink, maior gestora de ativos do mundo. O setor financeiro americano tenta ampliar presença no mercado chinês, especialmente após Pequim flexibilizar regras para investidores estrangeiros nos últimos anos.

A lista inclui ainda executivos de empresas como Boeing, Citigroup, Mastercard, Qualcomm, Visa, Micron, Illumina, GE Aerospace e Blackstone. A presença de representantes de diferentes áreas mostra o esforço dos Estados Unidos para aproximar setores estratégicos das negociações com o governo chinês.

Comércio e tecnologia no centro das conversas

A reunião entre Trump e Xi Jinping ocorre após semanas de atritos envolvendo sanções, exportações de chips avançados e disputas sobre inteligência artificial.

Washington ampliou restrições contra empresas chinesas ligadas ao setor tecnológico, enquanto Pequim respondeu endurecendo regras sobre minerais considerados essenciais para a indústria global.

A expectativa da Casa Branca é utilizar a presença dos empresários como forma de acelerar contratos comerciais e abrir novas frentes de cooperação econômica.

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O governo americano avalia que a participação dos CEOs pode ajudar a reduzir resistências e facilitar negociações diretas com autoridades chinesas.

Além do comércio, a segurança internacional também deve entrar na pauta. A situação em Taiwan e os reflexos da guerra envolvendo o Irã são considerados pontos sensíveis nas conversas entre os dois líderes.

Ausência da Nvidia chama atenção

Um dos nomes que ficou fora da lista foi o de Jensen Huang. A ausência chamou atenção porque a Nvidia está no centro da disputa global por chips e inteligência artificial.

Recentemente, Huang afirmou que participaria da viagem caso recebesse convite oficial, dizendo que representar os Estados Unidos em um encontro do tipo seria “uma honra”. Mesmo assim, a companhia não apareceu entre os participantes divulgados pela Casa Branca.

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Empresas buscam estabilidade entre as duas potências

Executivos do setor financeiro defendem a retomada do diálogo entre Washington e Pequim. A CEO do Citigroup, Jane Fraser, afirmou recentemente que a comunicação entre as duas maiores economias do mundo é fundamental para a estabilidade dos mercados globais.

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Nos bastidores, empresários avaliam que a viagem de Donald Trump pode representar uma tentativa de diminuir a tensão comercial após meses de incertezas envolvendo tarifas, tecnologia e investimentos estratégicos.

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