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BNDES, Marinha e Cemaden firmam acordo para plano nacional de resposta a desastres
Publicado 08/11/2025 • 10:54 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 08/11/2025 • 10:54 | Atualizado há 6 meses
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Foto: Rafael Silva / BNDES
BNDES, Marinha e Cemaden firmam acordo para plano nacional de resposta a desastres
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Marinha do Brasil e o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) assinaram, em Belém, um protocolo de intenções para cooperação em prevenção, monitoramento e resposta a desastres naturais.
A medida ocorre em um momento de aumento na frequência e intensidade dos eventos climáticos no país. A proposta é somar recursos técnicos, científicos e financeiros para estruturar um plano nacional de enfrentamento a desastres naturais, previsto para ser concluído em outubro de 2026.
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o banco vai mobilizar R$ 100 milhões para estudos que subsidiem a criação do plano. Os trabalhos devem indicar caminhos para ações de adaptação, reconstrução e resposta rápida em situações de emergência. “Precisamos entender como agir nas urgências e quais medidas permitem recuperar infraestrutura e economias locais”, disse.
A iniciativa também prevê um programa de R$ 50 milhões com participação de outros parceiros públicos e privados. O BNDES será responsável pela coordenação técnica e pela articulação de recursos financeiros para apoiar os projetos derivados dos estudos.
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A Marinha do Brasil participará com logística e capacidade operacional, por meio do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais – Defesa Civil, enquanto o Cemaden, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), ficará responsável por monitoramento e modelagem preditiva.
A diretora do Cemaden, Regina Célia Alvalá, afirmou que o órgão vai contribuir com análises antecipadas de risco e uso de tecnologias de previsão. A ministra Luciana Santos, do MCTI, destacou que as ações serão baseadas em evidências científicas e cooperação entre as instituições.
O comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen, afirmou que a experiência das Forças Armadas em operações humanitárias será usada para melhorar a resposta em emergências ambientais.
O protocolo reforça compromissos assumidos pelo Brasil no Marco de Sendai (ONU, 2015) e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tratam da redução de riscos e da adaptação climática.
A cerimônia de assinatura ocorreu no navio Atlântico, atracado no porto de Belém e usado como base das Forças Armadas durante a COP30. O evento também prestou homenagem ao militar português Pedro Teixeira, que liderou expedições na Amazônia no século 17.
O acordo marca o início da elaboração de uma política pública de resposta integrada a desastres naturais, com foco em planejamento, prevenção e reconstrução em áreas de risco crescente.
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