Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Brasil rechaça tarifa adicional de 12,5% dos EUA e vai acionar Lei da Reciprocidade
Publicado 23/07/2026 • 19:06 | Atualizado há 3 meses
OpenAI negocia captação de US$ 30 bilhões e prepara abertura de capital em 2027
Elon Musk investe cerca de US$ 1 bilhão na Skydance
Barclays planeja cortar 5 mil empregos com avanço da inteligência artificial
CEO da Nvidia diz que demanda por neoclouds está “nas alturas”, mas falta capital
Anthropic anuncia prévia do Claude Duet, agente pessoal de IA para competir com Muse e Dots
Publicado 23/07/2026 • 19:06 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: Shutterstock
A tarifa adicional de 25% anunciada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros acendeu um alerta para além dos grandes exportadores.
O governo brasileiro rechaçou nesta quinta-feira (23) a decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos do país e anunciou que vai iniciar imediatamente os procedimentos para acionar a Lei da Reciprocidade Econômica.
O Brasil também levará o caso ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em nota à imprensa, o governo classificou as novas tarifas como “completamente arbitrárias e injustificadas”.
A cobrança foi anunciada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, após uma investigação sobre as regras adotadas por 60 parceiros comerciais para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.
O governo brasileiro afirmou que, diante da falta de base legal para sustentar sua política comercial, os Estados Unidos “optaram por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores” para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais.
Leia também: EUA confirmam tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros
Segundo o governo, o Ministério do Trabalho e Emprego apresentou, ao longo da investigação, explicações e documentos sobre a legislação brasileira e a atuação das autoridades aduaneiras para barrar a entrada de produtos relacionados ao trabalho forçado.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCA nota também destaca que o Brasil é reconhecido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) por suas políticas de combate ao trabalho forçado e compara os compromissos assumidos pelos dois países.
De acordo com o comunicado, o Brasil é signatário de 66 convenções em vigor na OIT, enquanto os Estados Unidos ratificaram dez. O país também afirma ter aderido aos quatro instrumentos da organização relacionados ao trabalho forçado, ante apenas um ratificado pelos americanos.
O governo citou ainda os compromissos contra o trabalho forçado previstos nos acordos comerciais assinados pelo Brasil e pelo Mercosul, incluindo os tratados com Chile, União Europeia e Associação Europeia de Livre Comércio.
Leia também: Decisão sobre tarifa adicional de 12,5% sairá ainda hoje (23), diz governo americano
Na nota, o Planalto ressaltou que a legislação brasileira considera crime não apenas a submissão direta ao trabalho forçado, mas também jornadas exaustivas, condições degradantes e restrições à liberdade de locomoção.
O governo também mencionou a aplicação de multas, a responsabilização de empresas e indivíduos e a manutenção da chamada “Lista Suja”, cadastro que reúne empregadores responsabilizados pelo uso de trabalho análogo à escravidão.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
GERP: Flávio tem 53 pontos e Lula, 47; distância aumenta a cinco dias das eleições
2
Lula promete tarifa zero a cinco dias do 2º turno, mas não detalha como bancar custo bilionário
3
PESQUISA QUE ACERTOU PRIMEIRO TURNO: Flávio tem 53% e Lula 47% dos votos válidos, diz Gerp
4
Luxo: fotos mostram viagens de Lulinha em jato fretado e passeios pagos por empresários; veja
5
DECISÃO 2026: ranking das pesquisas eleitorais mostra diferenças entre as estimativas dos institutos e o resultado das urnas