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“Coisa antiga, ultrapassada”, diz Alckmin sobre protecionismo dos EUA e aumento tarifas
Publicado 07/06/2025 • 17:11 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 07/06/2025 • 17:11 | Atualizado há 1 ano
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Marcelo Camargo/Agência Brasil
Geraldo Alckmin.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, voltou a avaliar como negativa a elevação de tarifas de importação pelos Estados Unidos e reafirmou o compromisso do Brasil com o multilateralismo e o livre comércio. As declarações foram dadas em entrevista coletiva durante visita à Mistercryl, em Brasília (DF).
“É ruim para todo mundo”, afirmou Alckmin, explicando que o aumento das tarifas “encarece os produtos”, atingindo também os Estados Unidos, com aumento da inflação e do custo dos produtos.
Para o vice-presidente, o protecionismo norte-americano representa um “exemplo ruim, na medida em que promove um protecionismo, que é coisa antiga, ultrapassada.”
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Alckmin defendeu que o Brasil não é um problema para os Estados Unidos, que possuem um déficit comercial bilionário com o mundo, mas um superávit com o Brasil. “Dos dez produtos que eles mais exportam para o Brasil, em oito o imposto de importação é zero”, ressaltou.
O vice-presidente também destacou o esforço do governo brasileiro para fortalecer acordos comerciais globais, especialmente o Mercosul-União Europeia.
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Siga o Times | CNBC“O presidente Lula está na França. Um dos objetivos é acelerar o acordo Mercosul-União Europeia. A gente espera até o fim do ano assinar esse acordo”, conlcuiu Alckmin.
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