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Correios: empréstimo bilionário avança e entra na reta final; veja o que ainda falta
Publicado 15/12/2025 • 10:18 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 15/12/2025 • 10:18 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Após uma série de eventos que tornavam o futuro dos Correios incerto, a estatal enfim encontra saídas para a crise atual. Conforme noticiado anteriormente, cinco bancos se juntaram para oferecer um empréstimo de R$ 12 bilhões para os Correios.
Nesta oferta, estão inclusos os bancos: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Santander. A estatal e os bancos tinham até a sexta-feira passada (12) para reunir a documentação que seria enviada para a análise do conselho de administração.
Caso o acordo seja aprovado no conselho de administração, o próximo passo consiste em encaminhar um pedido de garantia à Secretaria do Tesouro Nacional. Essa etapa é essencial para que o empréstimo de fato aconteça.
Leia mais: À espera de aporte bilionário, Correios cortam bonificação de Natal de carteiros
De início, a estatal procurava um empréstimo de R$ 20 bilhões. No entanto, a proposta que envolvia Citibank, BTG Pactual, Safra, Banco do Brasil e ABC Brasil previa uma taxa de juros de 136% do CDI. Esse percentual foi considerado elevado demais, motivo pelo qual o governo recusou a oferta.
Porém, dessa vez a proposta do novo grupo de bancos respeita o teto de 120% do CDI, conforme estabelecido pelo Comitê de Garantias do Tesouro. Junto a isso, a entrada da Caixa Econômica Federal ajudou a incentivar a participação de outras instituições na oferta de empréstimo para os Correios.
Nesse sentido, vale relembrar que os Correios acumularam prejuízos de R$ 6 bilhões ao longo de janeiro e setembro deste ano.
Leia mais: Após prejuízo bilionário, Correios preveem ampliar corte de milhares de funcionários até 2027
Com as finanças em estado crítico, os funcionários perderam o benefício de Natal, que pagava R$ 2,5 mil nesta época do ano. Além disso, estão sendo promovidas ‘demissões voluntárias’, com o intuito de reduzir 15 mil pessoas do quadro de funcionários até 2027.
Foi ao considerar esses elementos, além de um histórico de prejuízos acumulados desde 2022, que o Tesouro Nacional recusou a primeira tentativa de empréstimo dos Correios, no início de dezembro deste ano.
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