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Impacto da alta no petróleo nos preços de combustíveis no Brasil é da ordem de 20%, diz Durigan
Publicado 06/05/2026 • 10:13 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 06/05/2026 • 10:13 | Atualizado há 5 meses
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quarta-feira (6) que o Brasil é um dos países menos afetados por alta do petróleo por conflito no Oriente Médio e que o impacto da alta no petróleo nos preços de combustíveis no Brasil é da ordem de 20%. Ele participa do programa Bom dia, ministro, da EBC, uma empresa pública controlada pelo governo federal.
De acordo com ele, entretanto, no Brasil, não há risco para abastecimento de combustíveis e o país vive estabilidade nos preços do GLP, apesar de alta em partes do mundo.
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Ainda assim, ele voltou a defender o PLP enviado pelo governo ao Congresso que autoriza a União a usar recursos extraordinários de receitas com o petróleo para reduzir impostos sobre os combustíveis.
“Nós temos um debate sobre gasolina e etanol. Para que a gente não aumente o preço da gasolina e do etanol no país, nós pedimos ao Congresso uma autorização que é a seguinte. Hoje, se eu não tiver essa autorização, para eu tirar um pouco do tributo da gasolina, eu tenho que aumentar um outro tributo, para manter a neutralidade”, completou.
O ministro disse também que todos os Estados aderiram à subvenção ao diesel, menos Rondônia, por questões políticas.
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“Todos os Estados aderiram agora com formalização, assinaturas, menos um Estado, que é um Estado que a gente teve muita dificuldade de dialogar, o Estado de Rondônia, não teve retorno, esse estado não aderiu”, afirmou.
Durigan afirmou que é lamentável que, por razões políticas, Rondônia não ter aderido à subvenção. Segundo ele, se o problema fosse técnico, teria sido discutido pelos outros Estados, por exemplo.
“É lamentável que a gente tenha questões políticas orientando a decisão do país nesse momento que nós estamos fazendo um esforço nacional em benefício da população”, completou o ministro.
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