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Edson Fachin e Gabriel Galípolo discutem combate coordenado a crime organizado
Publicado 23/03/2026 • 22:01 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 23/03/2026 • 22:01 | Atualizado há 2 meses
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Tom Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
Edson Fachin, presidente do STF
O presidente do STF, Edson Fachin, reuniu-se com os presidentes do Banco Central, Gabriel Galípolo, do BNDES, Aloizio Mercadante, e com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, nesta segunda-feira (23). A pauta do encontro foi o crime organizado.
A reunião aconteceu no gabinete do ministro, e as autoridades discutiram o estrangulamento financeiro de quadrilhas infiltradas na economia formal. Segundo a assessoria da corte, Galípolo disse a Fachin que o BC está finalizando um pacote de medidas regulatórias para mitigar riscos ao sistema financeiro diante de novas ameaças digitais.
O presidente do STF defendeu ações coordenadas e o uso de estratégias unificadas entre as instituições. Segundo a nota divulgada pelo Supremo, a PF deve prestar apoio técnico “para assegurar que as novas diretrizes do Banco Central tenham plena eficácia jurídica e operacional”.
Na audiência, Mercadante detalhou os avanços de um grupo de trabalho interinstitucional composto pela Febraban, Polícia Federal e BNDES, com a colaboração técnica do BC. A ideia é estruturar e coordenar o enfrentamento a fraudes financeiras cibernéticas, que têm escalado em complexidade e volume.
Mais cedo, Fachin afirmou que o crime organizado vem se tornando uma ameaça à democracia e citou pesquisa que indica que ao menos 19% da população brasileira diz viver em locais com presença explícita dessas organizações. A fala aconteceu na abertura do Seminário Desafios do Poder Judiciário ante o Crime Organizado, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também presidido pelo ministro.
“Essa realidade reinante gera imensa preocupação e incerteza. É direito fundamental do cidadão viver sem medo e opressão, onde possa exercer o direito de locomoção e de manifestação do pensamento. Não há Estado de Direito em localidades dominadas por facções”, disse o ministro.
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